<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800</id><updated>2011-04-21T20:27:56.523-03:00</updated><title type='text'>Dois Discos</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>37</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-117648851990812274</id><published>2007-04-13T15:17:00.000-03:00</published><updated>2007-04-13T15:21:59.920-03:00</updated><title type='text'>Richard Hawley - Coles Cornes (2005)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1690/50/1600/149049/rh.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1690/50/320/879105/rh.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; No último dia do ano passado li uma entrevista com Josh Rouse onde ele comentava vários dicos que estava escutando, ao falar sobre &lt;strong&gt;Cole's Corner&lt;/strong&gt;, de Richard Hawley fez um único comentário: &lt;em&gt;So good it makes me want to quit&lt;/em&gt;. Decidi baixar o disco antes de viajar e ver qual a razão de um cara com Rouse ter dito isso. Foi o último disco do ano, e o único que escutei por janeiro inteiro praticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atmosfera das 11 irretocáveis canções remete a um amanhecer num estrada deserta logo depois de uma noite longa. É aumentar o volume e deixar o mundo pra lá. Para criar essa atmosfera não só temos voz grave e atemporal de Hawley como um conjunto de cordas e arranjos classudos, meio country, meio 50's talvez. As letras que vão afastando devagar o ouvinte do mundo, são curtas, redondas e pra assoviar do começo ao fim. É um disco antes de tudo que remete a solidão, mas em nenhum momento aquela solidão melancólica. É a solidão que faz bem, necessária e que pode ser compartilhada. Que pode ser passada adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo um disco triste, é romântico, num jeito Sinatra de ser romântico. É saber cantar, dar a gavidade na voz que vai completar a harmonia e Hawley em nenhum momento deixa de fazer isso. De tão pessoal o disco acaba virando teu amigo. Chega um momento que uma canção tão simples como &lt;em&gt;The Ocean&lt;/em&gt; é capaz de arrancar lágrimas tuas, assim, meio desprevenido. Não vai dizer que não avisei. Agora cheguei num momento complicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já esgotei os adjetivos que queria usar e exaltei as primeiras sensações que o disco me passou, mas sou limitado a ponto de não conseguir estabelecer uma linha de raciocínio que continue a análise e compreensão desse disco. Se tentar continuar vou começar a rodar em clichês, e não quero fazer isso. Não quero estragar um disco que foi tão excepcional pra mim ao despejar neste texto frases simplistas. Não dessa vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor parar por aqui. Você acorda depois de uma noite longa antes do que imaginava, a cabeça rodando e querendo esquecer todo o resto. Esse vai ser o disco que vai te salvar, que vai te amar, que vai trazer um pouco de felicidade e um pouco de solidão. Desse jeito. Alguém chamado Johnny Cash sabia como fazer isso. Hawley deve ter aprendido com ele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-117648851990812274?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/117648851990812274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=117648851990812274' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/117648851990812274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/117648851990812274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2007/04/richard-hawley-coles-cornes-2005.html' title='Richard Hawley - Coles Cornes (2005)'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-117511241051861371</id><published>2007-03-28T18:01:00.000-03:00</published><updated>2007-03-29T12:21:05.833-03:00</updated><title type='text'>Betty Blue - Gabriel Yared (1986)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1749/354/1600/552313/betty%20disco.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1749/354/320/875578/betty%20disco.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://www.gabrielyared.com/" target="_blank"&gt;Gabriel Yared&lt;/a&gt;, um dos mais interessantes compositores de trilhas nos últimos anos, apareceu fulgurante na &lt;a href="http://www.amazon.com/Betty-Blue-Soundtrack-Gabriel-Yared/dp/B000007WIY/ref=pd_bbs_sr_3/102-0284111-0038569?ie=UTF8&amp;s=music&amp;qid=1175104419&amp;sr=8-3" target="_blank"&gt;trilha&lt;/a&gt; desse lindo e triste filme de Beineix.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trilha foi toda composta primeiramente em pianos, com um belo tema que ganha variações nas faixas. Como estamos nos anos 80, não poderia faltar sintetizadores que, impressionantemente, aqui são usados de maneira muito legal. Das dezessete faixas do álbum, em pelo menos oito Yared trabalha as variações do seu tema principal. Para você que vai procurar algo para baixar por aí, comece com "C´Est Le Vent, Betty" ou "Bugalow Zen", minhas duas preferidas. Se você é um completista como o &lt;a href="http://www.verbeat.org/blogs/miltonribeiro" target="_blank"&gt;Milton Ribeiro&lt;/a&gt;, ouça também "Bety Et Zorg", "Cargo Voyage", "Le Petit Nicolas", "Comme Les Deux Doights De La Main" e "Zorg Et Bety" - e vejam o que é possível fazer com um único e belo tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra característica dessa trilha é que Yared brinca com temas tradicionais. Ele faz uma brincadeira com a canção italiana típica em "La Poubelle Cuisine"; tenta criar um clima africano com "Gyneco Zebre"; empresta o rock americano em "Lisa Rock" e até aponta um dedo para o Brasil, em "Chile con Carne". Mostrando versatilidade, fecha o disco com um arranjo circense para o tema, em "Maudits Maneges".&lt;br /&gt;Enfim, uma trilha com um só tema lindo com um monte de variações, especialmente em sax e pianos e você leva de quebra uma mão de cançonetas que brincam com ritmos locais. Uma trilha para ouvir muitas vezes, independente de ter ou não gostado do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, aliás, adoro o filme.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-117511241051861371?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/117511241051861371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=117511241051861371' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/117511241051861371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/117511241051861371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2007/03/betty-blue-gabriel-yared-1986.html' title='Betty Blue - Gabriel Yared (1986)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-117414847311279130</id><published>2007-03-17T14:15:00.000-03:00</published><updated>2007-03-17T14:21:52.550-03:00</updated><title type='text'>Nouvelle Cuisine - 1988</title><content type='html'>Eu tinha 18 anos, havia descoberto uns discos diferentes de um tio: Ella Fitzgerald, Charles Aznavour, Shirley Bassey... Não era coisa que eu ouvia, tinha arranjos, tinha uma sofisticação agradável, tinha algo que me atraía, mas era quase como um segredo. Não gostava que as pessoas soubessem que eu ouvia aquilo e até para mim era meio estranho que... eu... gostasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu comprava discos numa lojinha que funcionava dentro de uma papelaria. Tinha um cara que entendia do riscado, passava bons minutos ali, conversando com ele. Um dia contei pra ele desse... meu... segredo. Ele se assustou, já que eu gostava de rock, de Velvet Underground, distorções, dissonâncias. Então ele levantou uma das sobrancelhas e sacou um disco da seção "Jazz". Era um disco lindo, lindo, uma capa linda que abria, com informações sobre as músicas com letras bem desenhadas, uma coisa realmente maravilhosa! Como eram bonitas as capas dos discos de vinil, vai dizer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas espere! Os textos eram todos em português. O nome da banda era em francês. As músicas, em inglês. Que banda é essa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É uma banda brasileira, com um timaço de músicos!"&lt;br /&gt;E foi assim que eu conheci o &lt;a href="http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/nouvelle.asp" target="_blank"&gt;Nouvelle Cuisine&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse era o disco de estréia da banda paulistana que lançaria mais três discos, mudando o nome no meio do caminho para apenas "Nouvelle". E também perdendo a característica inicial de dar nova roupagem a clássicos da canção americana, desenterrar grandes canções dando acabamento musical inusitado e criar peças que variavam entre o clássico e o popular, como na bela terceira faixa desse disco, "Riquixá (Pousse Pousse)" - composição de Fernando Cembranelli, Guga Stroeter e Luca Realle; integrantes da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estréia contou com Ira &amp; George Gershwin, Rodgers &amp; Hart, Arlen &amp; Mercer mas também com a lindíssima "So Long, Frank Lloyd Wright" de Paul Simon, "Chelsea  Bridge" de Billy Strayhorn e Lullaby of birdland de George Shearing e David Weiss - todas cantandas suavemente pelo crooner Carlos Fernando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco foi lançado em CD, mas a tiragem deve ter sido mínima, já que nunca achei e não encontro nas lojas virtuais. Nem mesmo a bela capa dele eu consegui achar para ilustrar esse textinho. Um belo disco que ficou enterrado na história, ficou esquecido. E já lá se vão quase 20 anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-117414847311279130?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/117414847311279130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=117414847311279130' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/117414847311279130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/117414847311279130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2007/03/nouvelle-cuisine-1988.html' title='Nouvelle Cuisine - 1988'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-117286577525860350</id><published>2007-03-02T16:56:00.000-03:00</published><updated>2007-03-02T17:18:17.376-03:00</updated><title type='text'>Roberto Carlos, 1966</title><content type='html'>Os cinco discos que Roberto Carlos lançou entre 1966 e 1971 poderiam estar aqui, em destaque. São maravilhosos e ficam ainda mais maravilhosos depois da leitura de "&lt;a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;amp;amp;amp;ProdId=280117&amp;amp;ST=SR"&gt;Como Dois e Dois são Cinco&lt;/a&gt;", tributo pago pelo jornalista &lt;a href="http://www.pedroalexandresanches.blogspot.com/"&gt;Pedro Alexandre Sanches&lt;/a&gt;, amante confesso das maravilhas que a música popular brasileira engendrava no final dos anos 60, paripasso com Beatles, Rolling Stones e Velvet Underground. Sim, nós éramos ligeiramente mais inocentes. Nós não, pois eu não era nascido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como nasci em 1970 , tive contato com o Roberto Carlos de 1966, esse disco de capa negra, apenas em 1979, 80. Eu gostava de montar a velha sonata dos meus pais e botar a bolacha de vinil para rodar e deitar debaixo do pé de caqui e ficar pensando no brilhante futuro que a vida me daria. E era fácil pensar nas coisas todas ouvindo o Robertão. Eu ouvia esse e alguns outros discos antigos do Rei - a família toda sempre foi fã - enquanto percebia, percepção infantil e temporal, o declínio do cantor. No rádio ligado, nos anos seguintes que iam se passando lentamente e mostrando ao jovem menino que o caqui amadurece rápido demais, durante o café da manhã ou o almoço, as músicas novas causavam certo contrangimento. E não perdi a virgindade ouvindo "O Côncavo e o Convexo", hit malicioso que aproxima Robertão das funqueiras cariocas, naquele verão de 1984.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse ano marca o fim de Roberto Carlos para mim. Eu namorei muitas garotas depois, ouvindo "Eu Te Darei o Céu", desse disco de 1966, enquanto o rádio martelava nos ouvidos "Caminhoneiro" ou "Verde e Amarelo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ouvi também esse disco de 66 para fossas ou para cantar velozmente pelas ruas de Americana com minha mobilete branca e verde.&lt;br /&gt;Zuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmm.&lt;br /&gt;Biajoni passa cantando "Nego Gato" - sim, eu era um nego gato de arrepiar, acreditava. E acreditava que sempre tinha alguém querendo acabar comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas juvenis experiências também amei desesperado a namoradinha de um amigo meu. E fiquei apaixonado por você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inocência se perdeu, mas não o sabor do disco que, ouvido hoje, remete a um tempo doce. Um tempo de caquis vermelhos, no ponto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-117286577525860350?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/117286577525860350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=117286577525860350' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/117286577525860350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/117286577525860350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2007/03/roberto-carlos-1966.html' title='Roberto Carlos, 1966'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-117155301632745249</id><published>2007-02-15T12:53:00.000-02:00</published><updated>2007-03-29T12:20:37.113-03:00</updated><title type='text'>New Skin for the Old Ceremony - Leonard Cohen (1974)</title><content type='html'>Cohen cometeu "&lt;a href="http://www.amazon.com/New-Skin-Ceremony-Leonard-Cohen/dp/B000002AZZ/sr=8-16/qid=1171551971/ref=sr_1_16/102-3651006-6256149?ie=UTF8&amp;s=music"&gt;New Skin for the Old Ceremony&lt;/a&gt;" em 1974, depois de três discos de estúdio hoje considerados clásicos e um ao vivo com gravações sofríveis feitas numa turnê européia. Assim como Tom Waits, Cohen nasceu fonograficamente (ui!) com uma voz miúda, que foi encorpando. Gostava, no início, de simplicidade e de alguma experimentação nos arranjos das canções. Porém, em "New Skin..." ele decide dar um passo adiante nos arranjos e emposta a voz para soar como &lt;em&gt;crooner&lt;/em&gt; em algumas canções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o seu disco é mais elaborado musicalmente, apontando uma aproximação com a canção orquestrada, que apareceria totalmente no disco seguinte, parceria de Cohen com o lendário Phil Spector: "&lt;a href="http://www.amazon.com/Death-Ladies-Man-Leonard-Cohen/dp/B0000026K9/sr=1-1/qid=1171552769/ref=pd_bbs_sr_1/102-3651006-6256149?ie=UTF8&amp;amp;s=music"&gt;Death of a Ladies Man&lt;/a&gt;" - para mim, o pior disco de Cohen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"New Skin for the Old Ceremony" é o melhor porque está no meio do caminho, conservando um pouco do Cohen inicial, cheio de boas intenções para ir além, e com mais humor. O disco é recheado por referências pop, à política, à psicanálise, à literatura... Ele deixa de lado a poesia profunda e faz letras para a música, com refrões, pegada, etc... Já começa bem com "Is This What you Wanted" que tem várias mudanças de andamento e versos como "You were K.Y. Jelly, I was Vaseline". Mas o bicho pega entre as faixas 3 e 6. A 3 é "Lover Lover Lover", onde ele começa expiar culpas familiares para trazer a amante de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois tem as canções "Field Commander Cohen" e "Why Don't you Try", quando ele mostra seu lado cantorzão, que começa a brotar no vozeirão de cachaça, fumo e vida noturna desregrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coisa explode na faixa 6, "There is a War", um rock que faria a cabeça de muita gente, como, por exemplo, Michael Stipe, do REM. São três minutos quase punk, mesmo tendo violinos. Não acredita?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música 9 é a uma das mais lindas -e curtas!- de todas: "Who by Fire?", onde ele canta paripasso com Gail Kantor. Essa gravação é definitiva, nem com a Jennifer Warnes ao vivo ficaria melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todos os discos de Cohen, meu grande favorito é o "&lt;a href="http://www.amazon.com/Cohen-Live-Leonard/dp/B000002AQO/sr=1-1/qid=1171552869/ref=pd_bbs_sr_1/102-3651006-6256149?ie=UTF8&amp;s=music"&gt;Cohen Live&lt;/a&gt;" de 1994, que reúne uma grande banda, com grandes vocalises e maravilhosos arranjos; o cantor em melhor forma, com o vozeirão no auge; uma seleção perfeita de quase todas as melhores canções. Mas de todos os seus discos de estúdio, "New Skin for the Old Ceremony" é o meu favorito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-117155301632745249?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/117155301632745249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=117155301632745249' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/117155301632745249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/117155301632745249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2007/02/new-skin-for-old-ceremony-leonard.html' title='New Skin for the Old Ceremony - Leonard Cohen (1974)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-117018661001182449</id><published>2007-01-30T17:30:00.000-02:00</published><updated>2007-01-30T17:50:10.026-02:00</updated><title type='text'>Ringleader of the Tormentors - Morrissey (2006)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1749/354/1600/754876/ringleader.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1749/354/320/209053/ringleader.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - Antes de saber escutar direito eu já sabia ver. E quando alguém falava em "clássico" eu pensava logo, visualmente, em discos de vinil de capa preta e letras garrafais em dourado sobre prata ou brancas letras reluzentes sobre amarelo e moldura floreada com nomes impronunciáveis para um garoto de sete anos, como Beethoven, ou estranhos como Chopin (como pode alguém chamar Chopin?). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos desses discos, da Deutsche Grammophon, eram vistos por aí e significavam so-fis-ti-ca-ção! Quem ouvia esses discos — e eu não tinha nem idéia do tipo de som que se escondia em seus sulcos! —  era gente muito fina, muito educada, com muito estilo, bom gosto. Quando fui ouvir música clássica, já não tinha mais saco para música clássica. Ou seja: apreciava a genialidade de seus mestres, mas não era isso que ficava tocando no meu headphone durante o jogging, no sofá da sala com a namorada ou enquanto eu chorava as dores de amor na cama, luz apagada, o mundo ruindo lá fora. Não. O som que vazava no estéreo era uma guitarra líquida de um cara chamado Johnny Marr e uma voz chorosa de um garoto sensível demais chamado Morrissey. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por afinidade, por semelhança, por identificação ou, melhor, por uma sensação mais profunda e inexplicável, quase igual àquelas que os sensíveis e so-fis-ti-ca-dos amantes de música clássica sentem ao ouvir uma sonata de Wagner, pés estirados sobre a banqueta de veludo vermelha, cognac e charuto nas mãos, fazendo pose definitiva de seres superiores alvejados pela pujança dos acordes laterais dos violinos ou assombrados pelo ribombar dos pratos naquele trecho que "explora a calmaria do caminhante que se depara com um dragão", conforme o libreto, bem, por uma sensação parecida, me sinto bastante confortável para dizer que eu sou, definitivamente, sofisticado, muito sofisticado, muito fino, educado e tenho, sem dúvida, muito, muito bom gosto. Mas não aderi finalmente aos compositores mortos que têm suas obras repicadas e replicadas ad infinitum para deleite de velhotes acostumados com a repetição. Não. É que o ritmo mais rápido da vida fez com que 20 anos passassem como 100 ou 200 e o intelecto por trás das canções que eu ouvia em minha juventude já é Clássico. E também irônico e cáustico, bem moldado ao meu espírito e ao espírito de hoje. Mas para apreciá-lo é preciso algum conhecimento e um certo applomb; já posso esticar os pés e segurar de maneira correta a taça de Napoleon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse primeiro trecho desse texto é para que você dê uma bela olhada na capa e nos encartes do novo disco de Morrissey. Viu? Se você não tem idéia do que eu estou falando é por que você não é sofisticado como eu; dá licença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morrissey é clássico no mesmo nível que um dos grandes compositores mortos. Para apreciá-lo em sua totalidade é preciso conhecer sua vida, os detalhes pessoais de sua intimidade, suas características mais intrínsecas. É só assim que se pode apreciar a obra de um Debussy. E aqui nos encontramos num meio-termo límbico: quem é mais velho, não faz idéia do que eu estou falando; quem é mais novo nada sabe igualmente. Apreciar Morrissey exige que você tenha mais de 30 anos ou que seja um pesquisador de cultura pop. Ou alguém muito sensível e sortudo para ter entrado em contato com Tudo, de alguma maneira. E assimilado Tudo. Foi muita coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo disco, Ringleader of the Tormentors, não é melhor, em termos de música pop, que seu antecessor, Morrissey, You Are The Quarry. Este era um apanhado de músicas soltas, boas de se cantar e assoviar, a maioria sem dar grandes pistas do momento particular do autor/compositor. Já Ringleader  é autobiográfico, é dirigido para aquela pequena categoria de reais conhecedores. Um cognac alto, envelhecido 200 anos em 20. Mas sem perder o aroma e o sabor. É para poucos. A começar pela capinha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-117018661001182449?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/117018661001182449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=117018661001182449' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/117018661001182449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/117018661001182449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2007/01/ringleader-of-tormentors-morrissey.html' title='Ringleader of the Tormentors - Morrissey (2006)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116948165703031605</id><published>2007-01-22T13:33:00.000-02:00</published><updated>2007-01-23T02:23:48.873-02:00</updated><title type='text'>Polar Bear  -  Held on The Tips of Fingers (2005)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1690/50/1600/550931/6586865-music-resized200.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1690/50/320/196628/6586865-music-resized200.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Encontrei esse disco numa lista de post-rock e baixei junto com outros tantos, da forma que gosto de chamar "pack do mês" - onde baixo um punhado de discos no começo do mês apenas seguindo recomendações de todo lugar. E ficou um bom tempo aqui até escutá-lo. Num desses dias que se precisa de Coltrane pra poder desanuviar eu resolvi colocar esse pra escutar, ver o que era,  tinha lido que era a melhor banda de jazz desde o Medeski, Martin &amp; Wood e até classificavam como um tal de post-jazz. Ou seria muito chato ou eu iria apaixonar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O começo com "I Was Dreaming You Called You Dissapeared I Slept" é calmo, quase romântico, uma bateria sussurrada, pequenos efeitos eletrônicos enriquecem a melodia e te jogam na faixa seguinte "Beartown" quase sem perceber - esta já tem uma linha melódica mais compassada e pesada, pra dançar mesmo, se é que ainda pode fazer isso hoje em dia com jazz. O crescendo nesta faixa é delicioso, chega em tal ponto que começa um diálogo mais afoito entre um trumpete e um sax tenor e lá atrás a bateria em ritmo quase marcial vai montando a festa. É uma alegria só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais divertido desse disco não é a sua suposta complexidade que se lê por aí, com esses termos estranhos do jazz, mas sim a forma como as canções são facilmente assimildadas pelo ouvinte, goste ou não de coisas refinadas. A diversão aqui está em todos os instrumentos, pois ao assumir o formato banda temos vários intrumentos conversando, elaborando teias melódicas diferentes e entregando momentos mais gostosos de se ouvir do que aquele solo anfetamínico de Davis que todo mundo diz que é bom e eu só acho &lt;span style="font-style: italic;"&gt;anfetamínico.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Mais a frente na faixa-título temos um tum-rum-tum-dum meio bossa, meio tango bem grave, deixando os sopros em primeiro plano, se divertindo bem na frente. Faz parte dos melhores momentos do disco lá pelos 03:40 quando a melodia começa a entrar num ritmo mais leve, abandonando o teor grave do começo e o trumpete namora com o baixo. E o baixo desse disco é fenomenal, só entra nos momentos mais sacanas, fechando as melodias e os diálogos com leveza e elegância. Logo depois dessa faixa em "Argumentative" temos um bop clássico, daqueles bem urgentes que lembram Kerouac pilhado escrevendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final do disco, após uma festa imensa, tem o vocal calmo de "Life That Ends Soon", fechando de forma melancólica e romântica a festa, quase da mesma forma como foi iniciada. Fiquei viciado, vira e mexe reservo alguns minutos pra escutar denovo aquela faixa que senti um sax estranho. Por puro vício. Esse é o tipo de disco que demora pra gastar, quiçá nunca.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116948165703031605?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116948165703031605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116948165703031605' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116948165703031605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116948165703031605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2007/01/polar-bear-held-on-tips-of-fingers.html' title='Polar Bear  -  Held on The Tips of Fingers (2005)'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116854594815716826</id><published>2007-01-11T14:58:00.000-02:00</published><updated>2007-01-11T18:09:38.163-02:00</updated><title type='text'>Blood and Rain - The Best of The Silencers: Singles 1986-1996</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1749/354/1600/546017/SILENCERS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1749/354/320/250728/SILENCERS.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - O &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fingerprintz" target="_blank"&gt;The Silencers&lt;/a&gt; é uma banda amada e odiada, embora a maioria das pessoas prefira mesmo ignorá-la. E as pessoas nem fazem mal nisso, já que é uma banda que não mudou o mundo e não seria agora, dez anos depois do final não-oficial de suas atividades, que ela iria mudar algo. Ela não inventou nada, não tinha sequer um estilo próprio e muitos viam nisso uma falta de estilo. Porém, como diz Millôr Fernandes, às vezes a falta de estilo é um estilo em si. Por essa falta de, digamos, personalidade, o The Silencers é uma banda que funciona extremamente bem em uma coletânea - como é o caso aqui. Ouvir esse disco é como ouvir uma rádio especializada em Lados B e obscuridades de algumas das maiores bandas da virada das décadas 80/90. Uma canção lembra Smiths, outra Echo &amp; Bunnymen, outra Talking Heads, outra The Police, outra New Order, outra REM, outra The Cure, outra Prefab Sprout, outra U2, outra Stones Roses, outra do Simple Minds... e sobra até alguma distorçãozinha à la Sonic Youth ou mesmo foles celtas à la Chieftains. Não estou exagerando; ouvir The Silencers pode ser uma grande curtição com os amigos: é só botar uma música e ficar procurando as referências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os escoceses do The Silencers montaram a banda em Londres em 1986 no auge da new wave. O primeiro disco trouxe dois hits, "Painted Moon" e "I See Red". Mas foi só mais adiante que tiveram o sucesso comercial, com "Bulletproof Heart". Depois de 1991 e desse hit europeu estrondoso, a banda nunca mais conseguiu sintonia e, embora colocassem mais um bom disco no mercado, "Seconds of Pleasure", caiu no ostracismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As letras da banda são bacanas, também arrotando referências. O nome The Silencers é uma referência a pretensos agentes federais americanos que seriam encarregados de "neutralizar" eventuais testemunhas de OVNI´s nos anos 50 e 60 - hoje nos sabemos que esses agentes são chamados de MIBs e não de Silencers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse disco pode ser encontrado em grandes magazines por preços camaradas. Se achar por aí, pode comprar sem medo. A banda tem um &lt;a href="http://thesilencers.free.fr/" target="_blank"&gt;site francês&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116854594815716826?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116854594815716826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116854594815716826' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116854594815716826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116854594815716826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2007/01/blood-and-rain-best-of-silencers.html' title='Blood and Rain - The Best of The Silencers: Singles 1986-1996'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116794218081475687</id><published>2007-01-04T18:19:00.000-02:00</published><updated>2007-01-04T18:27:01.180-02:00</updated><title type='text'>Bruce Springsteen - We Shall Overcome: The Seeger Sessions (2006)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.spaziomercato.net/images/copertine%20musicali/we%20shall%20overcome%20-%20front.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://www.sonymusicstore.com/coverimages/SME_0101_CN_682867.70Q_200x200_72dpi_RGB.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando começo a escutar esse disco imagino aquele amontoado de músicos num bar de madeira enorme, capitaneados pelo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Chefão&lt;/span&gt; e sua voz &lt;span style="font-style: italic;"&gt;quase &lt;/span&gt;de trovão (ei, só existe um Cash) sentado inquietamente em sua cadeira puxando os refrões, a entrada dos metais, rindo um bocado naquela estrofe sacana, liderando a virada de bateria, chamando os backing vocals pra encher o salão, gritando que quer escutar mais alto a bateria, o maestro tocando daquele jeito que só ele sabe as canções que ele admira. Dá pra sentir um cheiro de cerveja e suor perto do palco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daquilo que conheço por folk, esse é o melhor disco que cheguei meus ouvidos perto. E olha que não é rasgação fanboy com o Chefão, ainda mais eu que costumo nivelar os &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Grandes&lt;/span&gt; num nível bem alto, afinal eles são os maiores e não devem me decepcionar nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não escrevo canções ou até mesmo toco algumas por saber que vou fazer besteira, minhas limitações são minhas amigas. Fico apenas cantarolando e indicando pra amigos, mas não ouso tocar músicas como "Jonh Henry" pela simples fato de que vou estragar tudo. Tem coisas que só algumas pessoas podem fazer e a gente apenas tem que escutar, escutar como quem reza. Valeu, chefão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra cada vez que eu morria um pouco com outros discos, era hora de colocar esse pra tocar e equilibrar as coisas, tem o rótulo de "disco que salva vidas" nesse, a maior coisa que um disco pode fazer por ti, sério. É uma rara estirpe de lançamentos que ficam contigo pra sempre, daquele jeito bem meloso e romântico da coisa. São as canções que vão te perseguir, li em algum lugar. É quando você lembra no meio do dia após o almoço a entrada de refrão de "Jesse James" e garante o dia cantarolando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoro big bands, uma cacetada de músicos tocando as melodias comuns a todos, e quem não conhece arruma um jeito de etrar com sue instrumento naquela hora fundamental, dando à velha melodia uma linha a mais de beleza. Se não se pode ensinar uma nova melodia ao velho maestro, sempre tem aquele modo de fazer a beleza ainda maior. Comandando sua Big Band perfeita, Bruce Springsteen entrega o sue melhor trabalho que já escutei. Para a minha total satisfação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116794218081475687?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116794218081475687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116794218081475687' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116794218081475687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116794218081475687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2007/01/bruce-springsteen-we-shall-overcome.html' title='Bruce Springsteen - We Shall Overcome: The Seeger Sessions (2006)'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116534518607428076</id><published>2006-12-05T16:55:00.000-02:00</published><updated>2006-12-05T16:59:46.310-02:00</updated><title type='text'>Era da Incerteza - Biquíni Cavadão (1987)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1749/354/1600/244458/biquini.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1749/354/320/673093/biquini.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - A culpa por boa parte dos nomes esdrúxulos de bandas dos anos 80 é culpa de Herbert Vianna, e o &lt;a href="http://vagalume.uol.com.br/biquini-cavadao/biografia/" target="_blank"&gt;Biquíni Cavadão&lt;/a&gt; também foi batizada pelo Paralamas do Sucesso. Nascida com nome besta, o Biquíni fez sucesso com sua estréia, "Cidades em Torrente", com mais de meia dúzia de hits radiofônicos, apoio de &lt;em&gt;brothers&lt;/em&gt; do Paralamas, do Kid Abelha e vocal de Renato Russo na melhor canção do disco, "Múmias". A banda era uma das poucas que assinavam as músicas em conjunto e assim continuaram fazendo. Os músicos estavam no auge da forma e o Bruno, Álvaro e Miguel - o trio fundador, amigos de colégio - passavam por aquela fase de transição quando tentamos deixar de ser adolescentes e ainda não somos totalmente adultos. Nesse ponto, depois do tédio de cantarem sobre timidez púbere ou sobre masturbação no chuveiro, decidiram fazer &lt;a href="http://www.biquini.com.br/contato/press%20release/pr_02_era.html" target="_blank"&gt;um disco&lt;/a&gt; com letras profundas, dando um passo além nos arranjos, jogando as cartas da realidade. Não era o que o público queria e "&lt;a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=1386394&amp;ST=SE" target="_blank"&gt;A Era da Incerteza&lt;/a&gt;" não vendeu bem, os críticos não entenderam, o público do Biquini estava um passo atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não, que eu sempre fui precoce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos discos nacionais dos anos 80, esse (ao lado do "Mudança de Comportamento", do Ira!) foi o que mais ouvi. E ficava besta que as músicas não tocassem no rádio ou nos clubes. Mas não eram músicas para grandes públicos, de fato. Era música para &lt;em&gt;headphones&lt;/em&gt;. Bruno cantava com sua voz grave o desespero de ver 1/4 de sua vida ter já passado em felicidades despercebidas; sobre o vazio das baladas noturnas e sobre a volta para casa, sozinho, abalado de álcool e sono; dúvida religiosa; pressão da vida que estica-e-puxa a corda do que somos &amp; sentimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que os resquícios da adolescência estão lá, com os amores não correspondidos, expectativa de relacionamentos felizes ou dúvida simples e linda sobre qual das garotas é a certa. A música "Duas" é um primor de poesia: "&lt;em&gt;Elas eram duas / Imagens tão distintas / Não era por acaso / Que, ao misturar suas tintas, / O dia era de uma / E a noite tão criança / Só sei que as amava / Maestro de duas danças.// As duas eu amava, nenhuma eu traía / Promessas eram feitas, mas passavam como os dias / Tentava acreditar, não era mal o que fazia / Pois eramos felizes enquanto o tempo permitia. // E a paixão talvez seja antes de tudo egoísta / Ou quem sabe, a traição me pareça oportunista / Com duas dividia minhas longas, longas horas de agonia / E foi com grande dor que vi minhas juras aos meus olhos / Tornarem-se mentira / Ora mulher, ora menina / Se uma eu contemplava /A outra me fascina. // Eu desejava as duas, não quis perder nenhuma / Deixei acontecer, juntei verdades e mentiras / Talvez acreditasse serem simplesmente duas / Metades de uma só / Enquanto o tempo permitia / Por quanto tempo..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Era da Incerteza" tem ainda alguma música instrumental, que serviu para os caras do Biquíni se mostrarem músicos. Mas como o disco não vendeu, eles tentaram voltar a fazer "Cidades em Torrente", igualmente sem sucesso. Emplacaram poucos hits. Pena. Pena que eles miraram o sucesso quando, se tivessem prosseguido na integridade artística de "Era..." podiam ser hoje uma das mais respeitadas bandas de rock do País.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116534518607428076?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116534518607428076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116534518607428076' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116534518607428076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116534518607428076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/12/era-da-incerteza-biquni-cavado-1987.html' title='Era da Incerteza - Biquíni Cavadão (1987)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116419915140029225</id><published>2006-11-22T10:04:00.000-02:00</published><updated>2006-11-22T10:41:11.290-02:00</updated><title type='text'>Summer Sun - Yo La Tengo (2002)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/YO%20LA%20TENGO2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/YO%20LA%20TENGO2.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - O combinado com meu parceiro deste blog, &lt;a href="http://www.renmero.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Mr. Renmero&lt;/a&gt;, era que eu falaria de um disco velho (com mais de 10 anos ao menos) e ele falaria de um disco mais novo. Eu venho aqui agora falar de um disco relativamente novo mas para evocar todo trabalho de uma banda com 20 anos de estrada e 10 álbuns nas costas. Uma banda velha, mas nunca ultrapassada. Uma banda que atinge o seu ápice neste seu décimo-primeiro disco - com uma certa melancolia. Melancolia da constatação de que será muito difícil fazer algo superior. Ela atingiu aquele ponto em que, amarrada no mastro, ouve o maravilhoso canto das sereias e aguarda com certa satisfação o ensurdecimento certeiro. As musas do Yo La Tengo foram colhidas em flor. O Yo La Tengo teve-as todas e, agora, com dois discos bem mais fracos recém-lançados, deve sentir uma nostalgia precoce. E a banda sabe disso. Esse é o tom de "&lt;a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=199826&amp;ST=SE&amp;franq=136855" target="_blank"&gt;Summer Sun&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Se você quer mais detalhes sobre a história da banda, discografia, etc, vai &lt;a href="http://www.yolatengo.com/" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://www.dyingdays.net/Yo_La_Tengo/index.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Neste texto vou falar de outras coisas, vai dizer?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do maravilhoso "&lt;a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=97616&amp;ST=SE&amp;franq=136855" target="_blank"&gt;And Then Nothing Turned Itself Inside-Out&lt;/a&gt;" (texto meu sobre, &lt;a href="http://sublinhado.blogspot.com/2005/09/um-maravilhoso-disco-do-yo-la-tengo-e.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;), parecia que a banda tinha atingido o auge. Eles &lt;a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=91805&amp;ST=SE&amp;franq=136855" target="_blank"&gt;começaram&lt;/a&gt; como uma banda divertida emulando Velvet Underground e REM, fazendo um &lt;em&gt;mezzo-shoegazer&lt;/em&gt;, passaram pelo zunido sônico, pelo noise puro, pelo pop cristalino, fizeram covers, ensaiaram passinhos em shows... Tudo. Podíamos até dizer que eles estavam meio cansados em  "&lt;a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=140520&amp;ST=SE&amp;franq=136855" target="_blank"&gt;I Can Hear the Heart Beating as One&lt;/a&gt;", o disco de 97, anterior a "And Then...". Em 2000, porém, o YLT lança esse disco que é climático e melódico ao mesmo tempo. Soturno e divertido. Ininteligível e apreensível. Dicotômico. E incrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"And Then..." tem a capa escura, a noite entrando pelos poros; bastante interessante que na sequência viesse um "Sol de Verão", uma capa clara, quase ofuscando a foto e os olhos. Ainda mais com uma primeira canção chamada "Beach Party Tonight". Engana-se quem pensa em influências de Dick Dale ou Beach Boys. Aqui, o YLT se esfacela fazendo não-canções, abraçando a word-music e o jazz, deixa alguma vergonha de lado e coloca flautinhas e metais, sussurra letras dicotômicas, se dispersa no vácuo atômico solar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante que a maioria das faixas sustenta-se apenas em uma frase musical; uma linha de baixo, um efeito sonoro básico, um riffizinho... outras, como a 12a, apóia-se em Coltrane. Duas ou três faixas evocam um YLT do passado, como a agitada "Moonrock Mambo". Depois de ver algumas críticas confusas, depois de ter ficado completamente satisfeito com "And Then..." decidi não comprar "Summer Sun". Sorte que voltei atrás.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116419915140029225?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116419915140029225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116419915140029225' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116419915140029225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116419915140029225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/11/summer-sun-yo-la-tengo-2002.html' title='Summer Sun - Yo La Tengo (2002)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116353437552816057</id><published>2006-11-14T17:44:00.000-02:00</published><updated>2006-11-14T17:59:35.733-02:00</updated><title type='text'>"Baiano e os Novos Caetanos" (1974)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/BAIANO.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/BAIANO.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - Um dia - ou melhor, uma noite - teve uma festa de aniversário na casa da minha tia Júlia, eu tinha nove ou dez anos e estava terrivelmente aborrecido. Aborrecido como só ficamos com nove ou dez anos, quando queremos ficar em casa vendo TV ou lendo qualquer porcaria e a sua mãe te faz tomar banho, pentear o cabelo dividindo-o no meio, colocar aquela roupa engomadinha e ir para um lugar cheio de adultos que vão beber e contar piadas ininteligíveis enquanto você entra num estado hipnótico de sono mortal e gostaria de ter algum superpoder especial para simplesmente sumir dali. Bom, era um dia em que eu estava assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí meu tio tinha um aparelho de som bacana lá na sala e eu fui até lá escondido, botei os headphones (umas coisas enormemente mostruosas), e procurei alguma coisa pra ouvir. Tinha uns discos que eu gostava muito, como o disco ao vivo do Simon &amp; Garfunkel no Central Park ou alguns do Roberto Carlos. Mas não queria ouvir aquilo; queria alguma coisa diferente e no-va! Vi uma fita K-7 (bem, eu sei que muita gente não sabe o que é isso) com uma capinha e nomes estranhos: "&lt;a href="http://www.imusica.com.br/album.aspx?id=4325" target="_blank"&gt;Baiano e os Novos Caetanos&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ouvi e ouvi e ouvi aquelas canções estranhamente malucas e fiquei cantarolando "&lt;a href="http://baiano-e-novos-caetanos.letras.terra.com.br/letras/472207/" target="_blank"&gt;Urubu tá com Raiva do Boi&lt;/a&gt;" por semanas. (Fizeram um &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZtvCEd-VUO8" target="_blank"&gt;clipezinho tosco&lt;/a&gt; com ela no YouTube!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda foi formada por Chico Anísio e Arnaud Rodrigues para o programa "Chico City", como uma paródia para Caetano e os Novos Baianos e surgiu idéia para shows e disco. As canções, porém, não serviam à paródia: Chico Anísio não era um compositor inexperiente e Arnaud Rodrigues tinha verve musical, além da tal "baianidade". Chico, na verdade, participa nas letras mas quase não aparece no disco - canta apenas no clássico "Vô Batê Pa Tu" e faz uma segunda voz em "Véio Zuza". A banda de apoio era de experientes músicos de estúdio da Rede Globo e o resultado foi um precursor samba-rock-rural -, muito antes de Zé Rodrix ou do manguebit.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiu em CD recentemente, numa ediçãozinha ruim, algumas palmas das primeiras músicas - capturadas de um show ao vivo - encobrem o som em alguns momentos... Eu encontrei o disco numa lojinha da Rodoviária do Tietê e paguei 13 reais. Não acreditei quando vi. Não achei nas lojas virtuais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116353437552816057?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116353437552816057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116353437552816057' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116353437552816057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116353437552816057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/11/baiano-e-os-novos-caetanos-1974.html' title='&quot;Baiano e os Novos Caetanos&quot; (1974)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116292383126001114</id><published>2006-11-07T16:14:00.000-02:00</published><updated>2006-11-07T17:16:49.386-02:00</updated><title type='text'>Big Time - Tom Waits (1988)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/big%20time.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/big%20time.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - Me incomoda um pouco todos os discos de Tom Waits serem sempre tão elogiados. Primeiro porque sabemos que essa voz gutural que ele apresenta há algum tempo não é uma coisa natural; ele foi se esforçando para ficar cada vez mais com a voz mais rouca, combinando com seu projeto estético de combinar canções vaudeville com fogueiras ardentes do rock ou icebergs inóspitos de dores de amores. Instrumentos insólitos, batidas em panelas, gritos uivantes; um ser contemporâneo que não se encaixa em nichos, gavetas, buracos na terra ou es-ca-ni-nhos - apesar de quase sempre usar gel nos cabelos. Tom Waits tem o problema de ser legal, de ter amigos cool como Jim Jarmush ou aparecer no Drácula de Coppola. Como poeta, parece querer almejar, com esforço, um posto ao lado de Dylan ou Lou Reed. Com todo o esforço, às vezes consegue. Às vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso Waits funciona bem em coletâneas, como é o caso de "&lt;a href="http://www.amazon.com/Beautiful-Maladies-Island-Tom-Waits/dp/B000007QQL/sr=8-1/qid=1162923120/ref=pd_bbs_sr_1/002-0690926-8708009?ie=UTF8&amp;s=music" target="_blank"&gt;Beautiful Maladies: The Island Years&lt;/a&gt;", onde estão compiladas algumas das melhores experiências de Waits no período de 10 anos, entre 83 e 93, em que ele se equilibrou bem entre o genial e o ridículo. A década de 90 foi ruim para Waits, mas o século 21 tem se mostrado profícuo, ele vem lançando discos duplos vendidos separadamente, alguns bastante soporíveros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo, para mim Waits tem grandes momentos mas é superestimado de maneira geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, ele parece ser bastante interessante no palco, onde todo esse PERFUME vira TEATRO DE FACTO e podemos curtir a CARICATURA. (Baixou um Cardoso aqui). Assim, somando que coletâneas são funcionais quando se trata desse peculiar músico e que no palco ele é bem super, temos esse disco, "&lt;a href="http://www.amazon.com/Big-Time-Tom-Waits/dp/B000001FTL/sr=8-1/qid=1162926515/ref=pd_bbs_sr_1/002-0690926-8708009?ie=UTF8&amp;s=music" target="_blank"&gt;Big Time&lt;/a&gt;" - para mim, o melhor Tom Waits que há. É divertido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São 18 canções, do período áureo, mas nem todas tão boas, registradas em cinco shows. Mesmo as canções nem tão boas crescem na execução, como é o caso de "Clap Hands". As coisas de estúdio de Waits dá para você pegar por aí e queimar um CD. Só não pode faltar "Downtown Train" que tem a guitarrinha linda do Robert Quine.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116292383126001114?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116292383126001114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116292383126001114' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116292383126001114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116292383126001114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/11/big-time-tom-waits-1988.html' title='Big Time - Tom Waits (1988)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116231768756795316</id><published>2006-10-31T14:37:00.000-03:00</published><updated>2006-11-01T11:00:34.280-03:00</updated><title type='text'>12 Bar Blues - Scott Weiland (1998)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/sw.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/sw.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - O único disco solo de Scott Weiland já foi chamado de "o mais incomum álbum lançado nos anos 90". Eu digo que é o mais sincero grito de desespero registrado em áudio e lançado por um artista pop. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Weiland era vocalista do Stone Temple Pilots, agora está no Velvet Revolver. Num período do STP, vivia mais drogado que são e foi expulso do grupo por isso. Tomou uma over, quase morreu e acabou internado. Para não pirar de vez, improvisou um estúdio na clínica de recuperação com a ajuda de amigos. E fez esse disco, "&lt;a href="http://www.amazon.com/12-Bar-Blues-Scott-Weiland/dp/B0000062RU/sr=8-1/qid=1162318413/ref=pd_bbs_sr_1/102-6118984-5232936?ie=UTF8&amp;s=music" target="_blank"&gt;12 Bar Blues&lt;/a&gt;", doze músicas que falam de dependência, alucinações, nada, procura, saudade, desintoxicação... E também sobre a procura pela paz, a nostalgia dos períodos de calma com seu filho. Coisas importantes para ele naquele momento.&lt;br /&gt;A sonoridade é estranha, com misturas de partes acústicas com elementos eletrônicos, distorção, confusão. Espelha igualmente o seu momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de Weiland compor e tocar a maioria dos instrumentos, vários músicos amigos deram uma mão - uma grande mão, diga-se. Daniel Lanois (produtor de discos do U2 e do Bob Dylan), Brad Mehldau (pianista famoso), Martyn LeNoble e Peter DiStefano (baixista e guitarrista do Porno For Pyros), Sheryl Crow (que aparece tocando acordeão!), entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"12 Bar Blues" foi lançado pela Atlantic, saiu no Brasil!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116231768756795316?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116231768756795316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116231768756795316' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116231768756795316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116231768756795316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/10/12-bar-blues-scott-weiland-1998.html' title='12 Bar Blues - Scott Weiland (1998)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116171684941316930</id><published>2006-10-24T16:01:00.000-03:00</published><updated>2006-10-24T16:14:10.343-03:00</updated><title type='text'>Sutras - Donovan (1996)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/sutras.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/sutras.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;- De todos os doidões hippies fedorentos, como diria o Cartman de South Park, da música dos anos 60/70 nenhum foi mais viajandão que Donovan Leitch. Bem, teve o Brian Wilson - mas embora ambos tivessem queimado os neurônios nas mesmas substâncias, Wilson fez músicas pop perfeitas com os Beach Boys, enquanto Donovan levou a lisergia para o folk e acabou produzindo um pop meio inclassificável nos anos 70 - sempre baseado na inseparável, velha e boa viola e na voz que lembra Bob Dylan. Donovan era até chamado de "resposta britânica" a Bob Dylan. Mas nem era uma resposta, era só um comentariozinho irônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem muita gente que goste do Donovan e eu mesmo sou um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1993 o produtor e manager da American Recordings Music, Rick Rubin, contatou Johnny Cash para uma gravação com instrumentação esparsa tendo sempre em primeiro plano o vozeirão do cantor. O resultado foi uma série genial, campeã de vendas. No meio do processo, Rubin decidiu chamar outro de seus ídolos, também para um disco nos moldes do de Cash. Sim, Rubin é fã de Donovan e pediu para que ele juntasse umas composições. Com aquela costumeira malemolência de maconheiros, Donovan pesquisou mais de mil músicas, ficou numa indecisão dos diabos, tomou um monte de calmantes... Alguém impaciente, três anos depois, gritou da outra sala: "grava um disco com sutras, assim você se acalma!". Foi um sinal dos deuses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sutras são canções que elevam o espírito, cumprindo o mesmo objetivo dos mantras - que são frases.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Donovan traduziu alguns sutras indianos, adaptou umas coisas, musicou o poema "Eldorado" de Edgar Allan Poe e partes do Tao-Te-King.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rubin gostou do material e botou sua instrumentação econômica nas canções. Em uma, percebemos uma cítara, noutra um piano discreto. Em uma, sobressai uma bateria jazzistica, em outra uma levada pop suave. Em primeiro plano, sempre a voz grave e envelhecida de Donovan refletindo sobre a vida. Um disco ótimo para momentos solitários de introspecção, para entardeceres amenos, para desconsolos mezzo-amargos, para retrospectivas de ensimesmamento etílico. É lindo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116171684941316930?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116171684941316930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116171684941316930' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116171684941316930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116171684941316930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/10/sutras-donovan-1996.html' title='Sutras - Donovan (1996)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116128755417924348</id><published>2006-10-19T16:52:00.000-03:00</published><updated>2006-10-20T15:37:20.586-03:00</updated><title type='text'>Death Cab For Cutie – Transatlanticism (2003)</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.blogger.com/"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://img404.imageshack.us/img404/4537/b0000d1fdi01aa240sclzzzzzzzzl2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cheguei no Death Cab por meio do The O.C., isso mesmo, aquela série adolescente que fez sucesso alguns anos atrás e até eu acompanhava com afinco. Ver aqueles atores conversando sobre uma banda que eu não conhecia nem ao menos pra discordar deles e posar de entendido feriu meu ego também adolescente, crise né? Mentira que eu nem era mais adolescente e sim um nerd velho que assistia séries (não vou entrar no mérito de The O.C. ser boa ou não, é nerdice extrema e muito emo, nos dias atuais pega mal, sabe) e possuía um senso de superioridade meio complicado, tinha que saber tudo, nada podia me escapar. Filho da &lt;em&gt;era da informação&lt;/em&gt; era um insulto alguém comentar uma novidade que eu desconhecia. Chame do que quiser, eu chamo de imbecilidade, pelo menos eu me toquei da merda e hoje sou menos desse jeito. Um pouquinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o DCFC não era novidade propriamente dita, já tinha alguns discos na bagagem e anos de estrada, o problema que o som era muito comum e parecia com milhares de coisas ao mesmo tempo. Ainda mais soando emo pra cacete, as letras, as levadas e as melodias. Isso tudo antes de emo virar adjetivo e era apenas usado para música ruim obscura. Agora é música ruim mainstream.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada disso tira mérito algum desse disco, na verdade é só uma contextualização, e talvez sem aquele episódio do The O.C. eu nem teria chegado perto dessa banda pelos exatos motivos que descrevi no parágrafo acima, porém as faixas de Transatlanticism nem precisam de muita justificação, estou me perdendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande tema do disco, mesmo que não seja conceitual, é a distância. Pegou o título agora? Um enorme transatlântico como símbolo, e nem pense em relacionar isso com pretensão ou metáforas complicadas, a palavra encaixa como uma luva nas letras pessoais de Benjamin Gibbard e seu vocal comum com uma dose de emoção que não te deixa sem uma marca no final do disco. É doce e arrebatador, cantando como poucos conseguem. Eu costumo chamar de triunfo do homem comum, pois mesmo com claras limitações técnicas ele consegue te entregar peças belas e emocionantes apenas confiando em si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda costura suas melodias doces com personalidade ao domar os efeitos, a sujeira das guitarras (e eles usam vários efeitos) e fazer tudo soar como uma peça única polida e delicada, liderada pelo vocalista quase sempre. O disco é uma grande peça melódica não só por girar em torno do mesmo tema, mas por apresentar uma banda que definitivamente encontrou um som que eles tocam com tesão. Seja em canções como “Tiny Vessels” e seu refrão leve que utiliza palavras comuns e consegue ser uma daquelas canções de amor atemporais ou quando a faixa título toca e eu não conseguiria escrever aqui como é a sensação daqueles longos minutos, o refrão grudento e melancólico, a bateria marcante e uma explosão sonora que te deixa sem ar de surpresa. Acabei descrevendo, mas é apenas um resultado aproximado. A ponta do iceberg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corra atrás do seu próprio iceberg, vale cada minuto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116128755417924348?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116128755417924348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116128755417924348' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116128755417924348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116128755417924348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/10/death-cab-for-cutie-transatlanticism.html' title='Death Cab For Cutie – Transatlanticism (2003)'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116128752009669217</id><published>2006-10-19T16:51:00.000-03:00</published><updated>2006-10-20T15:26:21.646-03:00</updated><title type='text'>...And You Will Know Us By The Trail Of The Dead – Worlds Apart (2005)</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.blogger.com/"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://img123.imageshack.us/img123/8200/b00075tzya01aa240sclzzzzzzzhc4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Antes desse disco não escutei nada da banda, nem mesmo o exaltado Source Tags and Codes. Na época que tomei conhecimento da (alta) qualidade do som e que deveria correr atrás antes de morrer (às vezes os críticos me enganam bonito) o lançamento de Worlds Apart estava para acontecer e resolvi arriscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa época eu também havia começado a faculdade e pegava um ônibus de 1h até chegar lá, tempo perfeito pra degustar um disco inteiro e degustei vários discos ruins que só faziam a viagem durar infinitamente, foi um começo de ano complicado, é verdade. Quando queimei um cd-r às pressas sem escutar nem mesmo a faixa de abertura e comecei a audição inicial dentro do ônibus com a orquestrada “Ode To Isis” logo pensei merda, mais uma banda de proto-metal cabeçóide cheio de orquestrações estranhas e letras sobre um velho que caminha durante uma noite chuvosa até encontrar um mago e blábláblá. Mas tinha de ter algo diferente, algo inovador naquele som que tanta gente já havia escrito sobre. Tinha que ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a abertura (que depois de um tempo comecei a gostar e hoje é o tipo de vinheta que me remete a várias coisas) há uma porrada com “Will You Smile Again” seca e bem dada. Uma demolidora levada de bateria ditando o ritmo, o vocal cantando daquele jeito “ok, o mundo vai acabar amanhã então se segurem” sem soar minimamente clichê e uma pausa no meio da música para mais uma das armas da banda aparecerem: o baixo nervoso e a angústia do vocalista nos versos. A coisa me pegou tão desprevenido que o coração veio até a  boca, tava faltando pra mim um disco de 4x4 com guitarras bem tocadas, bateria pesada e cativante, daquelas que te fazem batucar o disco inteiro. Viagem garantida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram canções tocadas com muita ânsia de fazer um som bacana e de mostrar como a música é vigorosa a ponto de despertar sentimentos físicos reais no ouvinte. O Trail Of The Dead pega essa ânsia e cuidadosamente vai fragmentando ao longo do disco como em "The Summer of '91" e sua beleza crua, ou em "Rest Will Follow" onde a(s) bateria(s) toca(m) de forma clara e alta na deliciosamente poderosa introdução. As melodias clássicas de uma canção de rock pouco importam, o negócio é pegar os instrumentos e tirar um som que se alinhe com a letra e por vez imponha ao ouvinte a sensação real que os instrumentistas sentem. É essa coisa de rock tocado com o coração, não tem jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou te dizer, chegar na faculdade com o peito leve e a sensação melódica totalmente aditivada pelo disco fez daquelas uma das melhores manhãs que me recordo sem pestanejar. Se dizer que poucas vezes me surpreendi com um disco vindo do nada estaria mentindo, mas se existe um top 5 discos que me arrebataram sem dó esse figura bonito nas primeiras posições.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116128752009669217?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116128752009669217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116128752009669217' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116128752009669217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116128752009669217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/10/and-you-will-know-us-by-trail-of-dead_19.html' title='...And You Will Know Us By The Trail Of The Dead – Worlds Apart (2005)'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116128738398286561</id><published>2006-10-19T16:45:00.000-03:00</published><updated>2006-10-20T15:18:06.386-03:00</updated><title type='text'>Yndi Halda -  Enjoy Eternal Bliss (2005)</title><content type='html'>&lt;a href=""&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://img123.imageshack.us/img123/6320/yndihaldanx9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Esse EP do ano passado me pegou de surpresa, baixei de um usuário no soulseek sem querer, estava dentro de uma pasta sem tags e com apenas uma imagem do disco. Quando fui escutar o Google me disse que se tratava de Yndi Halda e que seu EP de estréia foi aclamado pela crítica especializada como um dos melhores discos do ano. Especializada por se tratar de um disco de post-rock, de uma banda desconhecida e com ínfima distribuição internacional. Isso eu ainda estava nos minutos iniciais da faixa de abertura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucas vezes um disco me cativou pelo nome como esse Bliss. É uma palavra de difícil tradução e até mesmo em inglês há maneiras diferentes de interpretá-la, de uma forma simplista é um tipo de alegria fugaz, infantil e etérea. Eternal Bliss então, é uma expressão de pretensão significativa, mas que nas três faixas desse EP encontram algo próximo do seu significado. O título é o primeiro pedaço do disco, significativo e carregado com alegria inocente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Dash and Blast” é uma abertura de 17 minutos (não se assuste, a palavra de ordem aqui é relatividade, acredite) cheia de levadas pesadas, cordas (violinos e cellos) e um andamento herdado de Explosions in The Sky que te leva sem dó aos altos e baixos da melodia, ritmando as sensações e criando uma atmosfera de conforto, de guitarras que se encaixam com cuidado para que cada segundo da canção não seja desperdiçado. E sem nenhum vocal, acho que esqueci de mencionar, não que seja importante a essa altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“We Flood Empty Lakes” segue com quase a mesma linha melodia da primeira faixa, mas aqui o disco se abre pra você mais claramente, a emoção leve em "Dash and Blast" agora é aguda e todos aqueles que acham o post-rock chato, como eu achei por muito tempo, se satisfazem com os excessos da faixa e encontram os motivos para odiar o disco. Bah, basta desarmar-se para entender como a música dos rapazes é forte, como ela te preenche de forma singular e acomoda teus sentimentos naquilo que te convir, afinal, música instrumental é assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faixa final “Illuminate My Heart, My Darling” é um festival incessante de crescendos feitos pra deixar uma sensação boa em você, soando super piegas a coisa é assim mesmo, não tem como fugir. No final há diálogos, risadas encerrando o disco com leveza. Se você ainda nega algumas sensações ao escutar música não tem como gostar desse EP, vai soar tudo, menos belo e singelo, profundo e arrebatador, uma peça única que estará sempre pronta pra você quando a necessidade de escutar com o a emoção estiver latente. E tudo isso foi feito por garotos ingleses que mal passaram dos 20 anos, num EP de estréia pouco divulgado e que carrega aquela lenda do Velvet Underground: poucos escutaram, mas todos que o fizeram montaram uma banda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116128738398286561?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116128738398286561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116128738398286561' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116128738398286561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116128738398286561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/10/yndi-halda-enjoy-eternal-bliss-2005.html' title='Yndi Halda -  Enjoy Eternal Bliss (2005)'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116110536258499466</id><published>2006-10-17T14:10:00.000-03:00</published><updated>2006-10-17T14:21:21.170-03:00</updated><title type='text'>Ssssh - Ten Years After (1969)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/ssssh.0.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/ssssh.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;- Esse foi o único disco do Ten Years After a entrar no Top 20 dos Estados Unidos. A especialidade da banda é um blues eletrificado nervoso e nesse "Ssssh" eles estão no auge, na melhor forma. &lt;a href="http://feijaotropeiro.blogspot.com/2006/07/ssssh-ten-years-after-1969.html" target="_blank"&gt;Aqui&lt;/a&gt; você dowlodeia o disco. Abaixo, minha história com o álbum:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu devia ter uns 23 anos e saí para uma balada forte com meu amigo e psicólogo particular Walter Paranormal. Na época eu tomava gim. Depois de passar por todas as paradas obrigatórias acabamos numa festa estranha com gente esquisita no meio do nada, mas especificamente entre Americana e Santa Bárbara d´Oeste. Ali, bem ali, fica O NADA. Nós estávamos bastante confortáveis ali, eu e Waltral - eu o chamo assim, apelido carinhoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesas de mármore preto e estranhas partículas de poeira branca. Luz estroboscópica azul e es-cu-ro. Um garçon que parecia o Amigo da Onça. É sério! Eu achei que estava realmente no limite e chamei um cara mais velho, de cabelos bem brancos, que estava engalfinhado com uma gatinha de 17 anos: "escuta, aquele garçon ali... não parece o...". Ele confirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estávamos ali já há uns vinte minutos quando virei para meu amigo e perguntei se ele estava ouvindo algo. "Isso aí que estão tocando é mú-si-ca", disse ele. Eu só ouvia uns ruídos estranhos, não conseguia concatenar a melodia. Achei melhor tomar uma cerveja para esfriar o corpo e os sentidos. Quando o garçonzinho estranho foi chegando com a loira, instantaneamente recobrei a consciência sonora e gritei um puta-que-o-pariu! Waltral pulou. Eu estava inebriado com o som.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andei pelo meio do pessoal que se sacudia e cheguei até a picape. Perguntei o que estava tocando e o cara me mostrou a capinha. "É Ssssh, do Ten Years After!". E eu fiquei olhando aquela capa confusa e psicodélica e meus sentidos ficaram alterados. Pensei: "Eu pre-ci-so ter esse disco!". E fiquei ali do lado, na miúda, esperando a música acabar. Quando acabou, o cara tirou o CD e guardou na capinha... Eu fiquei ali do lado disfançando quando, sem que o DJ visse, saquei o CD e enfiei na minha calça!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava fazendo algo muito, muito errado - e sabia disso! Porém, sabia que o fim era justificável. Corri para o lado de meu amigo e avisei que era hora de partir. Ele ficou meio indignado, depois deu com os ombros e falou "vamos para outro lugar". Saímos empurrando pessoas e até me esqueci de pagar a cerveja. Já lá fora, procurando o carro, ouvimos brados de dentro do bar: "roubaram meu disco!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos no carro e zarpamos. A cada minuto olhávamos para trás para conferir se não éramos seguidos. Não fomos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um posto de gasolina, do outro lado do nada, mas igualmente num nada desses qualquer, botamos o disco para rolar e nos empanturramos de som &amp; cerveja até o dia raiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que eu errei, nunca mais fiz nada parecido na vida. Sou incapaz de roubar centavos numa compra e quando alguém me rouba, como, por exemplo, acontece com os cobradores de ônibus, eu finjo não ver. Prefiro fingir de cego do que constranger. Em alguns dias me bate um remorso do caralho quando lembro que roubei esse disco. Aí eu boto o disco, espero uns segundos, e o remorso passa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116110536258499466?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116110536258499466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116110536258499466' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116110536258499466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116110536258499466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/10/ssssh-ten-years-after-1969.html' title='Ssssh - Ten Years After (1969)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116049438685347787</id><published>2006-10-10T12:28:00.000-03:00</published><updated>2006-10-10T13:40:36.703-03:00</updated><title type='text'>Fuzzy - Grant Lee Buffalo (1993)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/fuzzy.0.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/fuzzy.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - Um dia eu estava assistindo ao show do &lt;a href="http://www.joolsholland.com/" target="_blank"&gt;Jools Holland&lt;/a&gt; e apareceu uma banda com um nome estranho, bem básica, guitarra, baixo e bateria, com um cara ligeiramente gordo no vocal e eu prestei atenção. A música era bonita, envolvente, emocionante, melódica. O que mais me impressionou: o gordinho cantou ela toda com os olhos fechados. Achei isso bonito. Achei impressionante. Decidi procurar pelo disco deles e acabei com "&lt;a href="http://www.amazon.com/Fuzzy-Grant-Lee-Buffalo/dp/B0000057BN/sr=8-3/qid=1160493908/ref=pd_bbs_3/104-5052701-6019901?ie=UTF8" target="_blank"&gt;Fuzzy&lt;/a&gt;" nas mãos. Na capa, como vocês podem ver, o vocalista com os olhos fechados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito, muito difícil, um disco com todas as faixas maravilhosas, e "Fuzzy" é um desses. Lançado num momento em que o barulho imperava, impulsionado pelo movimento grunge, o Grant Lee Buffalo foi contra a corrente e tomou os Byrds, Buffalo Springfield e Bob Dylan como referências para compor músicas que soam antigas, com imagens fortes e histórias tristes, vocal emocionado e, vez ou outra, um pianinho fuleiro, daqueles de &lt;em&gt;saloon&lt;/em&gt;. Com o pé no folk, logo tascaram "&lt;em&gt;alt.country&lt;/em&gt;" no grupo mas isso é besteira. É uma banda de rock, capaz de canções simples que enchem o coração de alegria, outras que dão vontade de sair dançando pela sala, outras que você cantarola junto dentro do carro com o cabelo ao vento e algumas ainda te fazem pensar um pouco na vida, de maneira meio melancólica. É o caso da linda "Jupiter and Teardrop" que fala de um impossível amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente chega a "ver" Grant Lee Phillips, o vocalista, cantando com os olhos fechados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grant Lee Buffalo lançou mais três discos depois, mas nunca com a mesma coesão, nunca com a mesma emoção, nunca com canções tão envolventes e emocionantes como em "Fuzzy". Phillips decidiu pela carreira solo e acho que ele perdeu com isso, virando mais um trovador de amores impossíves com seu violãozinho. Ele era um grande band-leader de uma pequena grande banda que fez um grande disco ("Fuzzy"), dois bons trabalhos ("Mighty Joe Moon" e "Jubilee") e um trabalho fraquinho ("Copperopolis"). Deveria insistir mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer maneira, restou esse "Fuzzy", testamento da banda, disco perfeito na contramão da história música da época, eterno em sua beleza indelével e poética única casadas com a voz privilegiada de Lee Phillips.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116049438685347787?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116049438685347787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116049438685347787' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116049438685347787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116049438685347787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/10/fuzzy-grant-lee-buffalo-1993.html' title='Fuzzy - Grant Lee Buffalo (1993)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-116006105281269065</id><published>2006-10-05T11:45:00.000-03:00</published><updated>2006-10-05T12:11:50.513-03:00</updated><title type='text'>Wilco - Being There (1996)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/wilco.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/wilco.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - O André Takeda pode ter escrito &lt;a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=264734&amp;ST=SE?franq=136855" target="_blank"&gt;um livro&lt;/a&gt; todo tendo "&lt;a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=193336&amp;ST=SE?franq=136855" target="_blank"&gt;Yankee Hotel Foxtrot&lt;/a&gt;" na cabeça, mas o grande disco do Wilco é mesmo "&lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/B000002N7G/ref=m_art_li_5/104-1352082-2004703?ie=UTF8" target="_blank"&gt;Being There&lt;/a&gt;". E não é difícil explicar o porquê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma carreira já consolidada depois do excelente "&lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/B000002MWY/ref=m_art_li_7/104-1352082-2004703?ie=UTF8" target="_blank"&gt;A.M.&lt;/a&gt;", o Wilco (leia-se Jeff Tweedy, o cara que escreve as letras, canta e tem as idéias, embora a banda funcione como um todo) propôs para a Warner uma idéia de grego: um disco duplo com preço de simples, em uma embalagem digipack diferente, dedicado ao pai de Tweedy. Até aí, nada de muito impactante. Assim como a verdade está lá fora, aqui o problema estava dentro: eram, inicialmente, 18 canções que caberiam num único CD, algumas delas amargamente barulhentas, dissonantes, desesperadas... a começar pela primeira, "Misunderstood". Era coisa que o Wilco nunca tinha feito, não era do feitio deles aquela agitação toda, muito menos essa tristeza desesperada nas letras e nos arranjos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, o disco tinha coisas que até lembravam "A.M.", ainda que com um pé sempre numa nostalgia sofrida, quer pela voz embargada de Tweedy (como em "Far, Far Away", que dá vontade de chorar) , quer pela gravação com ar vintage (como em "Red-Eyed and Blue" ou "What's The World Got in Store"). Mas de maneira geral, parecia que o Wilco estava numa &lt;em&gt;bad trip&lt;/em&gt;, tinham ouvido Sonic Youth...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das brincadeiras escondidas em "Being There" é que as faixas dos dois discos dialogam umas com as outras de várias maneiras, inclusive musicalmente. A primeira canção do disco 2 é "Sunken Treasure", de aparente calma, aparente resposta a "Misunderstood", até que o desespero também a toma, encaminhando para a "quebradeira" final. Assim, a faixa 2 no disco 1 chama-se "Far, Far Away" e no disco 2, "Someday Soon" -, quase um comentário irônico à outra. Uma é "Outtasite (Outta Mind)", outra é "Outta Mind (Outta Sight)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco marca também o ápice do chamado "alt-country" e os dois discos de "Being There" confundem esse conceito, brincando nas "respostas" do disco 2 às canções do disco 1. "O que é country, o que é rock?", parece ficar perguntando insistentemente ao ouvinte. A confusão conceitual aumenta quando surgem os barulhos, orgânicos ou eletrônicos, ou a tristeza subjacente. "Um rock tão triste? Um country tão triste?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conceitual e anti-conceitual, iconoclasta e símbolo de um gênero, "Being There" tem um vigor e uma ingenuidade singulares, fruto da genialidade quase natural de Tweedy. Não por acaso o título do disco é uma referência ao &lt;a href="http://www.amazon.com/Being-There-Jerzy-N-Kosinski/dp/0802136346/sr=1-2/qid=1160060366/ref=sr_1_2/104-1352082-2004703?ie=UTF8&amp;s=books" target="_blank"&gt;livro&lt;/a&gt; de Jerzy Kosinsky, imortalizado em filme ("&lt;a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=6&amp;ProdId=150421&amp;ST=SE?franq=136855" target="_blank"&gt;Muito Além do Jardim&lt;/a&gt;") com Peter Sellers, sobre um jardineiro ignorante que acaba passando por um grande filósofo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ah, sim, o disco 1 tem uma canção a mais, provavelmente "Say You Miss Me", a número 10, que foi a música de trabalho do disco e que, coincidência, acho a mais bela. Talvez uma das mais belas de todos os tempos. Linda de doer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(Dica para quem ainda gosta de comprar CDS, vale a pena esse "&lt;a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=202882&amp;ST=SE?franq=136855"&gt;Down With Wilco&lt;/a&gt;", parceria do Wilco com o Minus 5. A idéia era fazer um disco de pop espacial. É bem legal, bem bonito, bem melódico.)&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-116006105281269065?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/116006105281269065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=116006105281269065' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116006105281269065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/116006105281269065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/10/wilco-being-there-1996.html' title='Wilco - Being There (1996)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115928614191866971</id><published>2006-09-26T12:37:00.000-03:00</published><updated>2006-09-26T15:46:39.703-03:00</updated><title type='text'>Angel Heart - Trevor Jones/Courtney Pine (1987)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/angel%20heart.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/angel%20heart.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - Eu confesso: já fui viciado em um disco. Deixei de sair para ouvir o disco, voltei pra casa mais cedo para ouvir o disco. E é esse o disco, a trilha sonora de um dos meus filmes preferidos: "&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0092563/" target="_blank"&gt;Coração Satânico&lt;/a&gt;". Poucas palavras sobre o filme: não é um filme perfeito, é provável que não entre nos 500 melhores filmes já feitos em uma votação honesta de críticos sinceros. Fui irônico. Mas "Coração Satânico"está em meu Top 5 por ser exatamente o que espero de uma GRANDE experiência cinematográfica: clima envolvente, grandes atuações (De Niro, Mickey Rourke em seu melhor papel), diálogos perfeitos, roteiro instigante, fotografia maravilhosa (Michael Seresin) e... uma trilha sonora apaixonante. É importante dizer que a história tem um fundo musical, já que um detetive é contratado para encontrar um cantor de sucesso nos anos 30, desaparecido depois da guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(Antes de ler a história da trilha, clique &lt;a href="http://67.21.190.120:1500/radio/player.asp?playlist=angelheart_playlist.xml&amp;title=Angel%20Heart" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ler ouvindo)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alan Parker, o diretor, pensou em convidar Trevor Jones para fazer a trilha depois de assistir a outro de meus filmes preferidos, "Runaway Train" do Konchalovsky. Jones tinha trabalhado ali de forma magnífica, com uma grande orquestra. Parker disse que queria algo mais cru e inovador. As idéias começaram a aparecer quando ele leu o roteiro, boa parte da ação acontece no Mississipi. E a trilha se desenvolveu em três níveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro algumas músicas foram escolhidas para serem usadas durante a ação. Jones sugeriu "Honeyman Blues" de Bessie Smith; Parker escolheu uma obscura canção chamada "The Right Key, But the Wrong Keyhole" (Lilian Boutte). O cantor de blues Brownie McGhee foi chamado para uma ponta e cantou uma canção, a lindamente triste "Rainy Rainy Day". Parker então editou o filme, com alguns longos trechos em silêncio que Trevor deveria cobrir com música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trilheiro convidou então o mais quente saxofonista do momento, o jovem e brilhante Courtney Pine para improvisar enquanto o filme era projetado, como se faziam com os filmes mudos. A partir dessa base, Jones acrescentou sua arte de pianos, sintetizadores e barulhinhos, fazendo surgir a trilha - que ainda não foi a "trilha final", lançada em disco. Para transpor todo o clima para o vinil, Jones recortou diálogos, frases soltas, barulhos, elementos do filme, mixando tudo e fazendo das 10 faixas uma única longa faixa que funciona como se estivéssemos ouvindo o filme todo novamente. Essenciais os barulhos do coração batendo, do sapateado dos meninos de rua, do vidro estilhaçando, do rewind do tape de rolo, das ondas do mar em Coney Island ou da água na banheira, banhando o corpo nu e maravilhoso de Lisa Bonet. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, a Lisa Bonet! Sua voz também é essencial nessa trilha, onde nada sobra, nada falta, funciona como extensão ao filme e como obra à parte, resultado somado das sensibilidades e técnicas de Courtney Pine e de Trevor Jones.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115928614191866971?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115928614191866971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115928614191866971' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115928614191866971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115928614191866971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/09/angel-heart-trevor-jonescourtney-pine.html' title='Angel Heart - Trevor Jones/Courtney Pine (1987)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115989070473806966</id><published>2006-09-22T12:46:00.000-03:00</published><updated>2006-10-05T13:47:31.433-03:00</updated><title type='text'>Explosions In The Sky - How Strange, Innocence (2000)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1690/50/1600/14190.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 207px; height: 207px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1690/50/1600/14190.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sempre fui avesso ao rock instrumental. Anos trás quando as primeiras bandas de post-rock ocupavam linhas de resenhas em revistas afora resolvi deixar passar. Tinha algo que não me agradava naquilo tudo, diria que um símbolo de "chato" impresso em alto relevo em cada resenha por mais boa que fosse. Meu amigos também não foram nessa e fomos escutar 'música de verdade'. Como era de se esperar o rótulo foi amargando o subtítulo chato e sumiu das grandes publicações. Permanecendo em pequenas revistas e sites especializados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demorou mas cedi às bandas donas da alcunha, e a primeira delas foi o Explosions In The Sky. Disco atrás do outro fui aprendendo a escutar música sem vocal, longas entradas e construções harmoniosas beirando o pop e o progressivo, tudo numa faixa só. E até esqueci do rótulo que a banda carregava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutei tanto que chegou um momento que as faixas já não precisavam mais me dizer 'olha, isto aqui significa isto', como acontece na música com letras. Fui impondo minhas próprias impressões em cima da música dos rapazes. E o resultado não só me deixa tonto só de lembrar como pavimentou o caminho pra outras bandas instrumentais encherem meus ouvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco de 2000, 'How Strange, Innocence' é o meu predileto por reunir todas as boas características da banda num punhado de faixas que conversam de forma não aparente. Também é nesse disco que os solos estão mais profundos, ganchudos e pesados. E 'peso' é uma coisa totalmente relativa ao escutar com atenção uma banda como EITS. É como se a música dissesse: preenche as lacunas com o que você quiser, sentir. Aí é uma ladeira abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não raro é escutar algum disco da banda e sentir um aperto no peito, uma confusão mental e ofegação. São sensações que tornaram-se inerentes à banda para mim. Com certeza você terá as suas. Afinal de contas o tal post-rock atualmente não é apenas um rótulo chato, é uma música tão emocionante quanto complexa, por mais estranho e prepotente que isso pareça.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115989070473806966?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115989070473806966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115989070473806966' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115989070473806966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115989070473806966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/09/explosions-in-sky-how-strange.html' title='Explosions In The Sky - How Strange, Innocence (2000)'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115861132454413833</id><published>2006-09-18T16:57:00.000-03:00</published><updated>2006-09-18T17:32:24.223-03:00</updated><title type='text'>Amigos Invisíveis - Edgard Scandurra (1989)</title><content type='html'>Edgard Scandurra é o cérebro &amp; alma do Ira!, mas não um ditador, não um &lt;em&gt;band-leader&lt;/em&gt; como poderia ser. Ele é um doce. Ele é sensível. Ele é aberto a novas experiências. Ele é uma das melhores almas do BRock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responsável pela grande maioria das letras, arranjos e guitarra (além de outros instrumentos) nos discos do Ira!, Scandurra sempre teve atividades fora da banda. Tocou com as Mercenárias, com a banda de Arnaldo Antunes e em todos os discos do ex-Titã, produziu e fez participações especiais, como com os Maybees, num dos melhores discos do rock nacional recente, "Picture Perfect". Bem, eu fiquei fã do Ira! lá no meio dos anos 80 quando eles cantavam que "Ninguém Precisa da Guerra" e botavam o serviço militar dentro do nosso contexto (adolescente) com "Núcleo Base". O Ira! tinha algo que as outras bandas não tinha: uma ingenuidade sem medo de parecer besta. É que Scandurra nunca teve esse medo, e suas composições podem ser de um sentimentalismo simplório ou de grande imagética poética (como você classificaria o verso "Existem caminhos diferentes, eu percebo; mas eu gosto de encontrar você"?); ou até resvalar em algum preconceito ("Não quero ver toda essa gente feia"); ou ainda idealismo ("Eu quero liberdade para poder anarquizar você"); e até presunção intelectual, como em "Amor em BD", onde desfilam nomes de heroínas de histórias-em-quadrinhos, grandes obsessões da infância. BD é "banda-desenhada", como são chamadas as HQs em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas canções são de "&lt;a href="http://www.cliquemusic.com.br/en/artists/Artists.asp?Status=DISCO&amp;Nu_Artista=927&amp;Nu_Disco=6797" target="_blank"&gt;Amigos Invisíveis&lt;/a&gt;", primeiro disco solo - totalmente solo, já que ele toca todos os instrumentos -, de Edgar Scandurra. Eu tenho o vinil de 1989, autografado pelo próprio, e o CD com a versão remasterizada pelo Charles Gavin para a Warner. Não se acha por aí, mas você pode baixar &lt;a href="http://feijaotropeiro.blogspot.com/2006/04/edgard-scandurra-amigos-invisveis.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Amigos Invisíveis" é um disco para ouvir do começo ao fim, como se contasse uma história. Não conta nenhuma história, mas ela se forma em nossa cabeça. Começa com uma faixa instrumental chamada "Estamos Nesse Trem" como quem diz "estamos nessa vida, vamos fazer o que há de melhor, desfrutar o que há de bom, amar, sofrer de maneira decente...". Vamos curtir histórias-em-quadrinhos, andar em bandos quando adolescente, fugir de casa, amar a menina que não nos quer, voltar para casa, ter um caso quente e alucinante, achar a mulher certa, ter filhos, se entregar à vida e ao amor. A última canção é "Vou Me Entregar como Nunca".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Amigos Invisíveis", o disco, foi um grande amigo para mim, lá no final dos anos 80. E continua sendo, já que sempre o ouço, ele me acompanha até hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Scandurra lançou o irregular e experimental "Benzina" em 1996, que tem participação do Arnaldo Antunes. As faixas "Tudo Que Eu Quero", "Beau Geste" e "Infelizmente Sou Feliz" são bárbaras de lindas. Na sequência, Scandurra partiu pra a &lt;a href="http://www.benzinaakascandurra.com.br/" target="_blank"&gt;música eletrônica&lt;/a&gt; e acaba de lançar &lt;a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=1661347&amp;ST=SE" target="_blank"&gt;novo disco&lt;/a&gt; que eu, como fã, vou comprar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115861132454413833?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115861132454413833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115861132454413833' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115861132454413833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115861132454413833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/09/amigos-invisveis-edgard-scandurra-1989.html' title='Amigos Invisíveis - Edgard Scandurra (1989)'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115895990807429748</id><published>2006-09-14T18:17:00.000-03:00</published><updated>2006-09-26T13:37:23.653-03:00</updated><title type='text'>Zwan – Mary Star Of The Sea (2003)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1690/50/1600/1414434.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1690/50/320/1414434.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;st1:verbetes st="on"&gt;Eu&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;era&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;fã&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;regular&lt;/st2:hm&gt; do Smashing Pumpkins e ansiava &lt;st2:hm st="on"&gt;escutar&lt;/st2:hm&gt; o &lt;st2:dm st="on"&gt;novo&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;projeto&lt;/st1:verbetes&gt; de Corgan &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; reuniu&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes st="on"&gt;músicos&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;conhecidos&lt;/st1:verbetes&gt; no &lt;st1:verbetes st="on"&gt;meio&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;underground&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;montar&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sua&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;nova&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;banda&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st2:dm st="on"&gt;Após&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;anos&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;crise&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;seu&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;antigo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;grupo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;era&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;notável&lt;/st1:verbetes&gt; o &lt;st2:dm st="on"&gt;cansaço&lt;/st2:dm&gt; do &lt;st1:verbetes st="on"&gt;homem&lt;/st1:verbetes&gt;, e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;quando&lt;/st1:verbetes&gt; o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;disco&lt;/st1:verbetes&gt; saiu notou-se &lt;st1:verbetes st="on"&gt;também&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sua&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;necessidade&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st2:hdm st="on"&gt;acreditar&lt;/st2:hdm&gt; na &lt;st1:verbetes st="on"&gt;própria&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;música&lt;/st1:verbetes&gt;. O Zwan &lt;st1:verbetes st="on"&gt;era&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;como&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;refúgio&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mente&lt;/st1:verbetes&gt; de Corgan, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;era&lt;/st1:verbetes&gt; o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;momento&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st2:hm st="on"&gt;reencontrar&lt;/st2:hm&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;fé&lt;/st1:verbetes&gt; perdida na &lt;st1:verbetes st="on"&gt;própria&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;música&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st2:dm st="on"&gt;Para&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;canções&lt;/st1:verbetes&gt; pop perfeitas e uma &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sinceridade&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;desconhecida&lt;/st1:verbetes&gt; nas composições do careca.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;st1:verbetes st="on"&gt;Quando&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;penso&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; pop &lt;st1:verbetes st="on"&gt;perfeito&lt;/st1:verbetes&gt; lembro desse &lt;st1:verbetes st="on"&gt;disco&lt;/st1:verbetes&gt;. Tem &lt;st1:verbetes st="on"&gt;guitarras&lt;/st1:verbetes&gt; lindas (e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;são&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;três&lt;/st1:verbetes&gt;!), &lt;st1:verbetes st="on"&gt;melodias&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;simples&lt;/st1:verbetes&gt; e pode-se &lt;st2:hdm st="on"&gt;acreditar&lt;/st2:hdm&gt; no &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vocalista&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;canta&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sem&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;medo&lt;/st2:dm&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;pois&lt;/st2:dm&gt; o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; ele &lt;st1:verbetes st="on"&gt;canta&lt;/st1:verbetes&gt; é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pequeno&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pouco&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pretensioso&lt;/st1:verbetes&gt;. O &lt;st2:dm st="on"&gt;primeiro&lt;/st2:dm&gt; single “Honestly” mostrava &lt;st2:dm st="on"&gt;bem&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;isso&lt;/st1:verbetes&gt;: Corgan de divertindo &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sem&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;aura&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;cínica&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sua&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;outra&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;banda&lt;/st1:verbetes&gt;. Amparado &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pela&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;bateria&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;incansável&lt;/st1:verbetes&gt; de Chamberlain o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;disco&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;respira&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;nos&lt;/st1:verbetes&gt; backing &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vocals&lt;/st1:verbetes&gt; dos &lt;st1:verbetes st="on"&gt;outros&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;integrantes&lt;/st1:verbetes&gt;, na &lt;st1:verbetes st="on"&gt;aparente&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;simplicidade&lt;/st1:verbetes&gt; das &lt;st1:verbetes st="on"&gt;guitarras&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Sem&lt;/st1:verbetes&gt; muitas &lt;st1:verbetes st="on"&gt;firulas&lt;/st1:verbetes&gt;, soava &lt;st1:verbetes st="on"&gt;apenas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;como&lt;/st1:verbetes&gt; uma &lt;st1:verbetes st="on"&gt;banda&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; acreditava &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;seu&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;líder&lt;/st1:verbetes&gt; tocando. E os seguia em belas canções de verão, de amor.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sabendo da &lt;st1:verbetes st="on"&gt;história&lt;/st1:verbetes&gt; de Corgan &lt;st1:verbetes st="on"&gt;eu&lt;/st1:verbetes&gt; sentia &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt;a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;fé&lt;/st1:verbetes&gt; na &lt;st1:verbetes st="on"&gt;música&lt;/st1:verbetes&gt; ao &lt;st2:hm st="on"&gt;escutar&lt;/st2:hm&gt; Mary Star Of The Sea, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mesmo&lt;/st1:verbetes&gt; há &lt;st1:verbetes st="on"&gt;anos&lt;/st1:verbetes&gt; tocando de &lt;st2:dm st="on"&gt;forma&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;estranha&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sua&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;antiga&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;banda&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ele&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ainda&lt;/st1:verbetes&gt; pôde &lt;st2:hm st="on"&gt;entoar&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;canções&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pequenas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; outras &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pessoas&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Era&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st2:dm st="on"&gt;prova&lt;/st2:dm&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; as &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pessoas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; vivem de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;música&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;precisam de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vez&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;quando&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hdm st="on"&gt;acreditar&lt;/st2:hdm&gt; no &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; cantam.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;st1:verbetes st="on"&gt;Pena&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; foi &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;canto&lt;/st1:verbetes&gt; do &lt;st1:verbetes st="on"&gt;cisne&lt;/st1:verbetes&gt;. Terminou &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tão&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;rápido&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;nem&lt;/st1:verbetes&gt; deu &lt;st3:sinonimos st="on"&gt;pra&lt;/st3:sinonimos&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;espalhar&lt;/st2:hm&gt; o disquinho &lt;st2:dm st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; os &lt;st1:verbetes st="on"&gt;amigos&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Quem&lt;/st1:verbetes&gt; aproveitou no &lt;st1:verbetes st="on"&gt;momento&lt;/st1:verbetes&gt; vislumbrou o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;encontro&lt;/st1:verbetes&gt; de Corgan &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sua&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;própria&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;música&lt;/st1:verbetes&gt;. Durou &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pouco&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mas&lt;/st1:verbetes&gt; foi &lt;st1:verbetes st="on"&gt;quase&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;perfeito&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115895990807429748?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115895990807429748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115895990807429748' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115895990807429748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115895990807429748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/09/zwan-mary-star-of-sea-2003.html' title='Zwan – Mary Star Of The Sea (2003)'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115800207607312102</id><published>2006-09-11T16:02:00.000-03:00</published><updated>2006-09-11T16:26:16.546-03:00</updated><title type='text'>The Head on The Door - The Cure</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/HEAD%20ON%20THE%20DOOR.0.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/HEAD%20ON%20THE%20DOOR.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - Acho que um dos clipes que eu mais vi na minha adolescência foi o de "&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=VRnAuxbOtCY" target="_blank"&gt;Close to Me&lt;/a&gt;", do The Cure. A música era estranha, claustrofóbica, com aquelas palminhas descompassadas e eu achava O MÁXIMO. O clipe, você também deve conhecer, tinha a banda dentro de um armário que rola desfiladeiro abaixo. Diferente e sensacional. A música começou a tocar na domingueira e minha turma inventou uma dancinha, uns passinhos, para ela. Também tocava "&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=4CgWhNSD3KI" target="_blank"&gt;In Between Days&lt;/a&gt;", bem mais agitada, e a gente se esbaldava naqueles estranhos &lt;i&gt;new-wave days&lt;/i&gt;. Em seguida vi o clipe de "&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=OJRxmtDzhVM" target="_blank"&gt;The Blood&lt;/a&gt;" e pirei: todo em P&amp;B, uma dupla dançava um flamenco caliente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OJRxmtDzhVM"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/OJRxmtDzhVM" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música é minha preferida de "&lt;a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=1680846&amp;ST=SE?franq=136855" target="_blank"&gt;Head On The Door&lt;/a&gt;", disco que eu comprei tão logo encontrei e que até hoje frequenta minha &lt;i&gt;pick-up&lt;/i&gt;, vinte anos depois. Para minha satisfação, é também um dos preferidos de minha filhota &lt;a href="http://www.paneladapolenta.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Isabelle&lt;/a&gt;, de 14 anos recém-completados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Head On The Door" é também o disco preferido de Fernanda Takai, a vocalista do Pato Fu, conforme mostrou uma matéria numa revista Bizz de priscas eras. Não é para menos: como Fernanda tem mais ou menos a minha idade deve ter sentido o impacto desse disco em sua adolescência assim como eu e boa parte da minha geração. Era uma época de indefinição musical e a marca do disco é essa indefinição. A abertura alegrinha de "In Between Days" corta para o tom oriental de "Kioto Song" que vai para o flamenco de "The Blood" que prepara a cama para a bonitinha-e-bobinha "Six Different Ways" que encaminha o ouvinte para as estranhas "Push" e "The Baby Screams" (duas heranças da sonoridade gótica dos discos anteriores do Cure) que vira anticlímax para "Close To Me"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época não éramos puristas, talvez somente puros-e-bestas, mas gostamos da sonoridade orgânica embora fosse estranho gostar do Robert Smith, aquele fofinho cheio de maquiagem. Nós éramos rapazes machos do interior, não podíamos sair por aí dizendo "Eu Amo o The Cure" - soaria ex-tre-ma-men-te EMO.&lt;br /&gt;:&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, era um disco que te apanhava, que fazia você prestar atenção nas letras, nos riffs, na voz desafinadinha de propósito do gordinho guei. Poucos discos daquela época tem a imperecibilidade (uau!) deste. Talvez apenas o "Queen is Dead" dos Smiths e o "Ocean Rain", do Echo and Bunnymen - assunto para outro post futuro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115800207607312102?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115800207607312102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115800207607312102' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115800207607312102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115800207607312102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/09/head-on-door-cure.html' title='The Head on The Door - The Cure'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115895983770961729</id><published>2006-09-07T18:15:00.000-03:00</published><updated>2006-09-26T13:38:17.760-03:00</updated><title type='text'>Queens Of The Stone Age – Rated R (2000)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1690/50/1600/B00004TH6O.01._SCLZZZZZZZ_.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1690/50/320/B00004TH6O.01._SCLZZZZZZZ_.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No &lt;st1:verbetes st="on"&gt;começo&lt;/st1:verbetes&gt; da &lt;st1:verbetes st="on"&gt;década&lt;/st1:verbetes&gt; o rock &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sujo&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;barulhento&lt;/st1:verbetes&gt; calcado no &lt;st1:verbetes st="on"&gt;trivial&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sexo&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;drogas&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;barulho&lt;/st1:verbetes&gt; sofria de uma &lt;st1:verbetes st="on"&gt;crise&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; parecia &lt;st1:verbetes st="on"&gt;infindável&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Bandas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;grandes&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;apenas&lt;/st1:verbetes&gt; emulavam &lt;st1:verbetes st="on"&gt;discos&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;anteriores&lt;/st1:verbetes&gt; e o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;cinismo&lt;/st1:verbetes&gt; disfarçado de &lt;st2:dm st="on"&gt;pretensão&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;artística&lt;/st1:verbetes&gt; fazia &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tudo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;soar&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sem&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;gosto&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;aquele&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;st1:verbetes st="on"&gt;brilho&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; fazia os &lt;st1:verbetes st="on"&gt;discos&lt;/st1:verbetes&gt; encherem as &lt;st1:verbetes st="on"&gt;cabeças&lt;/st1:verbetes&gt; dos &lt;st1:verbetes st="on"&gt;moleques&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;todo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;lugar estava apagado&lt;/st1:verbetes&gt;. O &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tal&lt;/st1:verbetes&gt; Nu-Metal estava conquistando &lt;st1:verbetes st="on"&gt;espaço&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;cada&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;dia&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;milhares&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;grupos&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;iguais&lt;/st1:verbetes&gt; (&lt;st1:verbetes st="on"&gt;literalmente&lt;/st1:verbetes&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A &lt;st1:verbetes st="on"&gt;velha&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tríade&lt;/st1:verbetes&gt; do rock é a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tônica&lt;/st1:verbetes&gt; do Queens Of The Stone Age e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ainda&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;bem&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;eles&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; se cansam disso e entregam &lt;st1:verbetes st="on"&gt;discos&lt;/st1:verbetes&gt; pesados e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;clássicos&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;como&lt;/st1:verbetes&gt; Rated R de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vez&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;quando&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Não&lt;/st1:verbetes&gt; é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;difícil&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;identificar&lt;/st2:hm&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;guitarra&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;excepcional&lt;/st2:dm&gt; de Josh Homme liderando a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;banda&lt;/st1:verbetes&gt;. O &lt;st1:verbetes st="on"&gt;antes&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;garoto&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;prodígio&lt;/st1:verbetes&gt; do stoner-rock passou &lt;st1:verbetes st="on"&gt;anos&lt;/st1:verbetes&gt; parado, tocando &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;amigos&lt;/st1:verbetes&gt; e curtindo os &lt;st1:verbetes st="on"&gt;prazeres&lt;/st1:verbetes&gt; da &lt;st2:dm st="on"&gt;fama&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sua&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;antiga&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;banda&lt;/st1:verbetes&gt; Kyuss &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tinha&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Mas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; guitarrista possuidor de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;som&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tão&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;bom&lt;/st1:verbetes&gt; dificilmente fica &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sem&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;gravar&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;por&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;muito&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tempo&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st2:dm st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;nossa&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;satisfação&lt;/st2:dm&gt;. E a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;reunião&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; Nick Olivieri (&lt;st1:verbetes st="on"&gt;companheiro&lt;/st1:verbetes&gt; do &lt;st1:verbetes st="on"&gt;início&lt;/st1:verbetes&gt; do Kyuss) &lt;st1:verbetes st="on"&gt;só&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;veio&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hdm st="on"&gt;transparecer&lt;/st2:hdm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;isso&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mais&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; Homme, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;era&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;hora&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st2:hm st="on"&gt;tocar&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; uma &lt;st1:verbetes st="on"&gt;banda&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;própria&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;outra&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vez&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;/p&gt;          &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;st2:dm st="on"&gt;Após&lt;/st2:dm&gt; uma &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pouco&lt;/st1:verbetes&gt; aclamada &lt;st1:verbetes st="on"&gt;estréia&lt;/st1:verbetes&gt;, o QOSTA juntou o &lt;st2:dm st="on"&gt;punhado&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mais&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;insano&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;canções&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; podiam &lt;st2:hm st="on"&gt;tocar&lt;/st2:hm&gt; e intercalou &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; as &lt;st1:verbetes st="on"&gt;viajantes&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;nuances&lt;/st1:verbetes&gt; do stoner-rock. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Assim&lt;/st1:verbetes&gt; Rated R tornou-se &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;disco&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;inconseqüente&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;como&lt;/st1:verbetes&gt; há &lt;st1:verbetes st="on"&gt;muito&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; se &lt;st2:dm st="on"&gt;via&lt;/st2:dm&gt; no rock. &lt;st2:hm st="on"&gt;Abrir&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; uma &lt;st1:verbetes st="on"&gt;faixa&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; consiste &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;nada&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mais&lt;/st1:verbetes&gt; do &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;nomes&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;drogas&lt;/st1:verbetes&gt; cantados &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;cima&lt;/st1:verbetes&gt; de uma &lt;st1:verbetes st="on"&gt;base&lt;/st1:verbetes&gt; pulsante de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;guitarra&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;direito&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;refrão&lt;/st1:verbetes&gt; apocalíptico cantando &lt;i style=""&gt;“Co co co Cocaine!”&lt;/i&gt;. É o rock &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sujo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;seu&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;estado&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;puro&lt;/st1:verbetes&gt;, mostrando &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pleno&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ano&lt;/st1:verbetes&gt; 2000 &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ainda&lt;/st1:verbetes&gt; tem &lt;st1:verbetes st="on"&gt;espaço&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;barulho&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;original&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vários&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;momentos&lt;/st1:verbetes&gt; os &lt;st1:verbetes st="on"&gt;solos&lt;/st1:verbetes&gt; inspirados &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vão&lt;/st1:verbetes&gt; fluindo deixando a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;bateria&lt;/st1:verbetes&gt; minimalista &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;segundo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;plano&lt;/st1:verbetes&gt;, o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;baixo&lt;/st1:verbetes&gt; fica &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sensual&lt;/st1:verbetes&gt; e faz a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;base&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;final&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;voz&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;hipnótica&lt;/st1:verbetes&gt; Homme &lt;st2:hm st="on"&gt;guiar&lt;/st2:hm&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;canção&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Viajante&lt;/st1:verbetes&gt; é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pouco&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Liderando &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;bando&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;roqueiros&lt;/st1:verbetes&gt; calcados &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;drogas&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sexo&lt;/st1:verbetes&gt;, Homme levantou-se &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mais&lt;/st1:verbetes&gt; uma &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vez&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;como&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; guitarrista &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;além&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st2:hm st="on"&gt;possuir&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;som&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;único&lt;/st1:verbetes&gt; é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;capaz&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;disco&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;após&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;disco&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;tocar&lt;/st2:hm&gt; o rock’n’roll &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sujo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; perdido há &lt;st1:verbetes st="on"&gt;anos&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;apenas&lt;/st1:verbetes&gt; recorrendo à uma &lt;st1:verbetes st="on"&gt;banda&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sem&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;inovações&lt;/st1:verbetes&gt; tecnológicas &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ou&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;técnicas&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st2:dm st="on"&gt;produção&lt;/st2:dm&gt;. É &lt;st1:verbetes st="on"&gt;orgânico&lt;/st1:verbetes&gt; e pesado. Aquela &lt;st2:dm st="on"&gt;coisa&lt;/st2:dm&gt; de &lt;st2:hm st="on"&gt;gravar&lt;/st2:hm&gt; ao &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vivo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;estúdio&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;guitarra&lt;/st1:verbetes&gt; ditando as &lt;st1:verbetes st="on"&gt;regras&lt;/st1:verbetes&gt;. Chapante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115895983770961729?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115895983770961729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115895983770961729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115895983770961729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115895983770961729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/09/queens-of-stone-age-rated-r-2000.html' title='Queens Of The Stone Age – Rated R (2000)'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115745647376266975</id><published>2006-09-05T08:30:00.000-03:00</published><updated>2006-09-11T16:15:24.266-03:00</updated><title type='text'>The Jam at the BBC</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/jam.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/jam.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - De todos os grandes grupos do punk inglês, talvez o The Jam seja o mais subestimado - quando deveria ser o contrário. Você não pode mais ser ingênuo a ponto de achar que o Sex Pistols era um bando de garotos podres fazendo o som que achavam que deviam fazer, certo? Eram uns pobres diabos bancados por uma boutique interessada em vender calças rasgadas e botas com tachinhas. O The Clash tinha alguma ideologia, mas a mesma ignorância musical dos amigos pistolas. Todos se vestiam como mendigos, tinham dentes podres, encheram-se de drogas. Hoje estão mortos ou em clínicas de tratamento ou inválidos sendo cuidados por alguns parentes enquanto a música de contestação que fizeram é utilizada para vender jeans, camisetas, serviços telefônicos de grandes corporações, camisinhas, sopas de cebola, cadeiras, aparelhos de TV e o que mais se possa imaginar. É triste, mas o punk morreu inexoravelmente, transformando-se em algo mais comercial que a famigerada &lt;em&gt;new wave&lt;/em&gt;, surgida no embalo, no início dos 80.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os The Jam se vestiam bem, de preto, de terninho, e se não eram propriamente caretas, não vomitavam no palco, não tinham cãimbras no meio de uma canção. Tinham outra idéia do que era Espetáculo - e eram músicos de verdade. A gênese do grupo, na verdade, foi em um curso de História da Arte. Ou seja: temos uma turma de amigos conscientes, fazendo música agressiva que sabem tocar, falando sobre coisas que sabem o que quer dizer, vestidos de maneira sóbria, afrontando ao mesmo tempo o senso comum juvenil que dizia que banda boa era a de malucos bestas e o &lt;em&gt;stablishment&lt;/em&gt; que queria mais do mesmo. Figura central no punk-rock em meados dos anos 70, o The Jam fazia música rápida e contundente, de dois ou três minutos, urgente no som e no que tinha a dizer, sem firulas mas também sem encenações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor que se pode encontrar para uma iniciação delícia é esse "&lt;a href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=2&amp;ProdId=178810&amp;ST=SE&amp;franq=136855" target="_blank"&gt;The Jam At The BBC&lt;/a&gt;" que reúne apresentações ao vivo entre 1978 e 1981, quase no fim do grupo. Para mim, é flagrante a diferença entre os dois CDs que compõem a coletânea: o CD 2, das apresentações em 1981 é muito melhor. O The Jam melhorou com o tempo, diferente dos outros grupos do punk inglês. O clássico aqui, é a versão de "Eaton Rifles". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder do Jam, Paul Weller, está aí na ativa, grande amigo dos irmãos Gallagher (Oasis), lançando discos bons e divertidos, de grande rock, como esse "Stanley Road" - que conta, inclusive, com a participação dos Gallagher. Não é um sobrevivente, como diriam alguns. É um artista; anos-luz de distância de um Johnny Rotten, por exemplo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115745647376266975?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115745647376266975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115745647376266975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115745647376266975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115745647376266975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/09/jam-at-bbc.html' title='The Jam at the BBC'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115895973510340744</id><published>2006-08-31T18:12:00.000-03:00</published><updated>2006-09-26T13:41:52.703-03:00</updated><title type='text'>Stars – Set Yourself On Fire (2005)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1690/50/1600/Stars-copertina-cd.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1690/50/320/Stars-copertina-cd.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;st1:verbetes st="on"&gt;Um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;disco&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; abre &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;frase&lt;/st1:verbetes&gt; “When there’s nothing left to burn, you have to &lt;st1:verbetes st="on"&gt;set&lt;/st1:verbetes&gt; youself on fire!” &lt;st1:verbetes st="on"&gt;dita&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st2:dm st="on"&gt;forma&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;quase&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;teatral&lt;/st1:verbetes&gt; e melancólica&lt;st1:verbetes st="on"&gt;&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;só&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;te&lt;/st1:verbetes&gt; dá duas &lt;st1:verbetes st="on"&gt;opções&lt;/st1:verbetes&gt;: &lt;st1:verbetes st="on"&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes st="on"&gt;chato&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;demais&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ou&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;excelente&lt;/st2:dm&gt;. No &lt;st1:verbetes st="on"&gt;meu&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;caso&lt;/st1:verbetes&gt; o Stars ficou &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;segunda&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;opção&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; foi &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tão&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;fácil&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;assim&lt;/st1:verbetes&gt;, tive de &lt;st2:hm st="on"&gt;passar&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;por&lt;/st1:verbetes&gt; várias &lt;st1:verbetes st="on"&gt;audições&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;me&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;render&lt;/st2:hm&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;certas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;coisas&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;st1:verbetes st="on"&gt;Eu&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;trabalho&lt;/st2:dm&gt; num &lt;st1:verbetes st="on"&gt;lugar&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;maravilhoso&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;prédio&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;antigo&lt;/st1:verbetes&gt; reformado &lt;st2:dm st="on"&gt;pelo&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;estado&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;ser&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;escritório&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;modelo&lt;/st2:dm&gt;. É &lt;st1:verbetes st="on"&gt;difícil&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;disco&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;soar&lt;/st2:hm&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;bem&lt;/st2:dm&gt; num &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ambiente&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;como&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;esse&lt;/st1:verbetes&gt; (tive &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tardes&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; Explosions In The Sky e Yndi Halda &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; renderão &lt;st1:verbetes st="on"&gt;resenhas&lt;/st1:verbetes&gt; futuras) &lt;st1:verbetes st="on"&gt;onde&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; janelão &lt;st1:verbetes st="on"&gt;me&lt;/st1:verbetes&gt; enche de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;luz&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st2:dm st="on"&gt;pino&lt;/st2:dm&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Set&lt;/st1:verbetes&gt; Yourself On Fire &lt;st1:verbetes st="on"&gt;me&lt;/st1:verbetes&gt; pareceu &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pretensioso&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;demais&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;muito&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st3:sinonimos st="on"&gt;empolado&lt;/st3:sinonimos&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; uma &lt;st1:verbetes st="on"&gt;extravagância&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;realmente&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;me&lt;/st1:verbetes&gt; agradava. Parecia &lt;st1:verbetes st="on"&gt;música&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;galeria&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st2:dm st="on"&gt;arte&lt;/st2:dm&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ou&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st3:sinonimos st="on"&gt;pra&lt;/st3:sinonimos&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;estudantes&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st2:dm st="on"&gt;arte&lt;/st2:dm&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Mesmo&lt;/st1:verbetes&gt; no &lt;st1:verbetes st="on"&gt;meu&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;segundo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;melhor&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ambiente&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;escutar&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;música&lt;/st1:verbetes&gt; as &lt;st1:verbetes st="on"&gt;canções&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;me&lt;/st1:verbetes&gt; cativavam.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;st1:verbetes st="on"&gt;Mas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;aí&lt;/st1:verbetes&gt; as &lt;st1:verbetes st="on"&gt;letras&lt;/st1:verbetes&gt; chamaram &lt;st1:verbetes st="on"&gt;atenção&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;meu&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ouvido&lt;/st1:verbetes&gt; acostumado &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;guitarras&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;altas&lt;/st1:verbetes&gt; foi acalmando, o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ar&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st3:sinonimos st="on"&gt;empolado&lt;/st3:sinonimos&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; pareceu &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mais&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;inacessível&lt;/st2:dm&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Só&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;depois&lt;/st1:verbetes&gt; de algumas &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tentativas&lt;/st1:verbetes&gt; pude &lt;st2:hdm st="on"&gt;ter&lt;/st2:hdm&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;certeza&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;poucos&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;discos&lt;/st1:verbetes&gt; dos &lt;st1:verbetes st="on"&gt;últimos&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;anos&lt;/st1:verbetes&gt; abrem de &lt;st2:dm st="on"&gt;forma&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tão&lt;/st1:verbetes&gt; avassaladora &lt;st1:verbetes st="on"&gt;quanto&lt;/st1:verbetes&gt; SYOF &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; “Your Ex-Lover Is Dead”. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Logo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;após&lt;/st2:dm&gt; a citada &lt;st1:verbetes st="on"&gt;frase&lt;/st1:verbetes&gt; do &lt;st1:verbetes st="on"&gt;começo&lt;/st1:verbetes&gt; temos uma &lt;st1:verbetes st="on"&gt;orquestração&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;leve&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;calma&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;te&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;leva&lt;/st1:verbetes&gt; aos &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vocais&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;deliciosos&lt;/st1:verbetes&gt; da &lt;st1:verbetes st="on"&gt;banda&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;como&lt;/st1:verbetes&gt; se segurasse tua &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mão&lt;/st1:verbetes&gt;. As farses &lt;st1:verbetes st="on"&gt;iniciais&lt;/st1:verbetes&gt; da &lt;st1:verbetes st="on"&gt;canção&lt;/st1:verbetes&gt; apontam a &lt;st2:dm st="on"&gt;ladeira&lt;/st2:dm&gt;, dali é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;montanha-russa&lt;/st1:verbetes&gt;. É daquelas &lt;st1:verbetes st="on"&gt;canções&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;amor&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;te&lt;/st1:verbetes&gt; dão &lt;st1:verbetes st="on"&gt;trégua&lt;/st1:verbetes&gt;, é uma &lt;st1:verbetes st="on"&gt;história&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;comum&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;cantada&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;peso&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;único&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Arrepia&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;st1:verbetes st="on"&gt;Depois&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;meu&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ouvido&lt;/st1:verbetes&gt; dissolveu as outras &lt;st1:verbetes st="on"&gt;faixas&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;me&lt;/st1:verbetes&gt; rendi &lt;st1:verbetes st="on"&gt;completamente&lt;/st1:verbetes&gt; à &lt;st1:verbetes st="on"&gt;canção&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;inicial&lt;/st1:verbetes&gt; foi &lt;st1:verbetes st="on"&gt;só&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;alegria&lt;/st1:verbetes&gt;. Temos &lt;st1:verbetes st="on"&gt;guitarras&lt;/st1:verbetes&gt; tímidas na faixa-título, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;refrão&lt;/st1:verbetes&gt; grudento &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; “Ageless Beauty” e o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;casal&lt;/st1:verbetes&gt; vai entrelaçando as &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vozes&lt;/st1:verbetes&gt; diversas &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vezes&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; corinhos e sussuros &lt;st1:verbetes st="on"&gt;deliciosos&lt;/st1:verbetes&gt;. O &lt;st1:verbetes st="on"&gt;disco&lt;/st1:verbetes&gt; se abre &lt;st3:sinonimos st="on"&gt;pra&lt;/st3:sinonimos&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;você&lt;/st2:dm&gt; e revela &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tanto&lt;/st1:verbetes&gt; uma &lt;st2:dm st="on"&gt;beleza&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;leve&lt;/st1:verbetes&gt; nas &lt;st1:verbetes st="on"&gt;melodias&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;quanto&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;áspero&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;conjunto&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;composições&lt;/st1:verbetes&gt;. Na &lt;st1:verbetes st="on"&gt;metade&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; “One More Night” temos &lt;st1:verbetes st="on"&gt;melodias&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;suaves&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;letras&lt;/st1:verbetes&gt; ásperas. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Por&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hdm st="on"&gt;tratar&lt;/st2:hdm&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;separações&lt;/st1:verbetes&gt;, ex-amores e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tentativas&lt;/st1:verbetes&gt; de reconciliação &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vários&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;momentos&lt;/st1:verbetes&gt; as conções ficam &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mais&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pesadas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ainda&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Tem &lt;st1:verbetes st="on"&gt;hora&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;coração&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; agüenta, a sonoridade do &lt;st1:verbetes st="on"&gt;grupo&lt;/st1:verbetes&gt; atinge &lt;st1:verbetes st="on"&gt;lá&lt;/st1:verbetes&gt; no &lt;st1:verbetes st="on"&gt;fundo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sem&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;dó&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Se &lt;st2:dm st="on"&gt;você&lt;/st2:dm&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;resolver&lt;/st2:hm&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;deixar&lt;/st2:hm&gt; as &lt;st1:verbetes st="on"&gt;letras&lt;/st1:verbetes&gt; passarem é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;disco&lt;/st1:verbetes&gt; pop &lt;st1:verbetes st="on"&gt;belo&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;muito&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;bem&lt;/st2:dm&gt; &lt;st3:sinonimos st="on"&gt;construído&lt;/st3:sinonimos&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;guitarras&lt;/st1:verbetes&gt;, barulhinhos &lt;st1:verbetes st="on"&gt;espertos&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;orquestrações&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;batida&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;empolgante&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Mas&lt;/st1:verbetes&gt; nas &lt;st1:verbetes st="on"&gt;letras&lt;/st1:verbetes&gt; é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; reside o &lt;st2:dm st="on"&gt;aspecto&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mais&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st3:sinonimos st="on"&gt;verdadeiro&lt;/st3:sinonimos&gt; do &lt;st1:verbetes st="on"&gt;álbum&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Assim&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;como&lt;/st1:verbetes&gt; o &lt;st2:dm st="on"&gt;dueto&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;constante&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;nos&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vocais&lt;/st1:verbetes&gt;, a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;melodia&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;composição&lt;/st1:verbetes&gt; se entrelaçam conflitantemente a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;todo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;momento&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sem&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;nunca&lt;/st1:verbetes&gt; uma se &lt;st2:hm st="on"&gt;render&lt;/st2:hm&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;outra&lt;/st1:verbetes&gt;. Perdoem se estou &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mais&lt;/st1:verbetes&gt; confundindo do &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;outra&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;coisa&lt;/st2:dm&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Como&lt;/st1:verbetes&gt; tentei &lt;st2:hm st="on"&gt;dizer&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;antes&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;disco&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;fácil&lt;/st1:verbetes&gt; (&lt;st1:verbetes st="on"&gt;ainda&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mais&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st3:sinonimos st="on"&gt;pra&lt;/st3:sinonimos&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;alguém&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;como&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;eu&lt;/st1:verbetes&gt;, acostumado &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; outras &lt;st1:verbetes st="on"&gt;coisas&lt;/st1:verbetes&gt;) e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ainda&lt;/st1:verbetes&gt; estou &lt;st1:verbetes st="on"&gt;longe&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st2:hm st="on"&gt;sentir&lt;/st2:hm&gt; as &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mínimas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;nuances&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;presentes&lt;/st1:verbetes&gt; nele. É o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tipo&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;obra&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; pode &lt;st2:hm st="on"&gt;ser&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;fácil&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st3:sinonimos st="on"&gt;pra&lt;/st3:sinonimos&gt; muitas &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pessoas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;porém&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mim&lt;/st1:verbetes&gt; é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;longe&lt;/st1:verbetes&gt; disso. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Ainda&lt;/st1:verbetes&gt; tem muitas &lt;st1:verbetes st="on"&gt;camadas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; desconheço.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;st1:verbetes st="on"&gt;Não&lt;/st1:verbetes&gt; é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;raro&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;eu&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;ficar&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sem&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;reação&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;alguns&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;momentos&lt;/st1:verbetes&gt; das &lt;st1:verbetes st="on"&gt;canções&lt;/st1:verbetes&gt;, olhando pro &lt;st1:verbetes st="on"&gt;meu&lt;/st1:verbetes&gt; janelão e escutando aquela &lt;st2:dm st="on"&gt;beleza&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tão&lt;/st1:verbetes&gt; verdadeira, e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;por&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;isso&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;certa&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;forma&lt;/st2:dm&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;rude&lt;/st2:dm&gt;, saindo dos &lt;st1:verbetes st="on"&gt;falantes&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115895973510340744?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115895973510340744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115895973510340744' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115895973510340744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115895973510340744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/08/stars-set-yourself-on-fire-2005.html' title='Stars – Set Yourself On Fire (2005)'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115687539630860594</id><published>2006-08-29T15:06:00.000-03:00</published><updated>2006-08-29T15:16:36.320-03:00</updated><title type='text'>Blues Run The Game - Jackson C. Frank</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/JACKSON%20C%20FRANK.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/JACKSON%20C%20FRANK.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - Nick Cave, Lou Reed, Paul Simon, Art Garfunkel, Nick Drake, John Kay (Stepenwoolf). Esses artistas do pop-rock, entre muitos outros, têm uma coisa em comum: o herói Jackson C. Frank. Meu disco preferido de Nick Cave tem &lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/B000002NE4/ref=pd_rvi_gw_3/104-2686781-8671169?ie=UTF8" target="_blank"&gt;a capa&lt;/a&gt; que é referência direta ao único disco que Jackson C. Frank realmente gravou, em apenas três horas, no meio dos anos 60, com uma produção improvisada de Paul Simon. É um clássico do que podemos chamar de crossover de e blues - a pegada melancólica que impregnaria Nick Drake de maneira indelével; o vocal falado, sussurrado e inseguro ou apenas titubeante, algumas vezes altissonante, tão reconhecido em Reed e Cave. Não dá pra dizer que Jackson C. Frank tenha influenciado Dylan e Cohen, mas isso não é impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história do cara é peculiar. Ele tinha onze anos (1954) quando o colégio onde estudava pegou fogo, matando vários de seus coleguinhas. Ele nunca mais se recuperou do trauma. Nos anos sessenta aprendeu a tocar violão e fez alguns amigos certos (ou errados, depende do ponto de vista) em Nova Iorque; quando percebeu estava morando com Simon &amp; Garfunkel em Londres. Foi lá que ele gravou "Blues Run The Game". Uma cópia caiu na mão de Nick Drake, que ficou maravilhado e incluia sempre uma ou outra em seus pequenos shows. &lt;a href="http://www.blogotheque.net/mp3_art.php3?id_article=2074" target="_blank"&gt;Aqui&lt;/a&gt; você pode baixar três canções de Jackson e as versões de Drake.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final dos anos 60 ele retorna para os EUA, vai viver em Woodstock onde continua a escrever canções gravando algumas de maneira caseira, tocando em bares, etc... Mas a frustração e a depressão o transformam em um sem-teto em meados dos anos 70, e ele vive mais de vinte anos dormindo na rua, em hospitais e hospícios até morrer em 1999. Em 1996 o álbum "Blues Run The Game" foi relançado ganhando críticas elogiosas em revistas especializadas e sendo eleito um dos mais influentes discos obscuros que ninguém ouviu da história da música pop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena procurar pelo vozeirão de Jackson C. Frank por aí. Ouça como quem ora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115687539630860594?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115687539630860594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115687539630860594' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115687539630860594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115687539630860594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/08/blues-run-game-jackson-c-frank.html' title='Blues Run The Game - Jackson C. Frank'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115689745383482126</id><published>2006-08-24T20:24:00.000-03:00</published><updated>2006-08-29T21:24:14.460-03:00</updated><title type='text'>Josh House - Home</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1690/50/1600/3313.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1690/50/320/3313.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Alguns anos atrás saiu a coletânea One dos Beatles, corri na loja tendo em mente que aquele seria meu primeiro disco dos rapazes que compraria numa loja mesmo que tardiamente. Seria meu pequeno ritual para com a maior banda que já existiu, segundo as revistas. Coisa de garoto entende? Uma olhada rápida nos discos em promoção antes de pegar o disco oficial e tinha um do Green Day (o subestimado Warning)  e outro de um rapaz que havia lido sem muita atenção uma entrevista na então ainda ativa Bizz. Era Josh Rouse, que a crítica chamava de alt country. Tava baratinho então levei os três discos pra casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro a escutar foi o do Green Day, que deixou uma impressão boa. Dei o One pro Velho já que ele conhecia alguma canções e sabia do lançamento do disco,  além de eu ter reservado algumas horas mais tarde após a escola para escutar com muita calma os Fab Four. Acredito que tenha sido o único disco que eu realmente dei para meu Pai escutar se parar pra pensar. Deve ter sido mesmo, pena que foi uma coletânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a audição de Warning (eu era muito novo, tinha referenciais pequenos) coloquei Home pra tocar e imediatamente o quarto vazio encheu-se daquela sonoridade (ainda) esquisita pra mim. Até então tinham sido poucos discos que eu havia escutado por completo lá pelos meus 14 anos e cada um deles me surpreendia com aquela coisa nova de "escutar um cd inteiro". Estava passando da fase single para a deliciosa Long Play.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao Home, aquelas músicas eram estranhas por serem ao mesmo tempo melancólicas e belas de doer. Josh possuia uma voz tão fraca para meus padrões acostumados com Metallica e Nirvana, era como escutar um conhecido cantando algo ao violão com uma voz leve sem aquela pegada que eu era acostumado. A simplicidade que sabia ter em Beatles sendo tocada de uma forma clara demais para até eu entender sem ter lido em alguma resvista antes por Rouse. Não vi nada de country no disco,  claro que para alguém que achava que country resumia-se a Garth Brooks não havia o que achar ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o começo com "Laughter", que abre o disco com um refrão pegajoso e levada contagiante. Passando pela deliciosa "Marvin Gaye", que mais parecia um bilhete ao próprio. O disco possuia momentos tão singelos como em "100m Backstroke" onde Rouse canta "last year was the best that i´ve had" tão claramente que até um garoto com pouco conhecimento em inglês compreendia a frase e a entonação do homem. Lembro que no exato momento que decifrei a frase veio-me à mente "ainda não posso dizer que tive um ano bom, ainda".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hey Porcupine" grudou de forma tão arrasadora que cantei por dias na escola o refrão. As tão citadas "músicas para assoviar" ou "canções para dias chuvosos" e até mesmo "faixas para tardes de sol" foram-me apresentadas uma por uma por Josh nas músicas de Home. Foi um excelente começo no mundo das canções que ficam pra sempre com você, desse vez Beatles perderam para um improvável discípulo. Sendo mais romântico ainda (é impossível não ser ao escrever sobre um disco tão importante para a tua vida) Josh Rouse foi o cara que me pegou pela mão e foi apresentando vários sentimentos sem muita propriedade, apenas seguindo o ritmo simples de suas melodias. Depois dele tiveram outra bandas, outros compositores. Cheguei até renegar que gostava desse tal alt country, mas não tem jeito. Tem coisas que não dá pra não gostar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115689745383482126?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115689745383482126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115689745383482126' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115689745383482126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115689745383482126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/08/josh-house-home.html' title='Josh House - Home'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115625175558910527</id><published>2006-08-22T09:58:00.000-03:00</published><updated>2006-08-22T14:00:38.706-03:00</updated><title type='text'>Acadie - Daniel Lanois</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/acadie.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/acadie.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; Cada disco tem uma história, meu amigo. Cada disco tem uma história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante boa parte da minha adolescência nos anos 80 meus melhores amigos foram os discos do U2. E eu via um nome naqueles discos, e o nome era Daniel Lanois. Esse nome ficou em minha mente, eu ficava tentando imaginar como se pronunciava o Lanois. Dez anos depois uma obsessão pelo escritor Jorge Luis Borges me levou a Buenos Aires. Eu cheguei à cidade num domingo e o Boca Juniors havia acabado de vencer o campeonato nacional. Gente pelas ruas, alvoroço até tarde da noite, barulho de sirenes. Na Segunda acordamos cedo, mas a população ainda dormia. Saímos, eu e minha mulher na época, a esmo pela rua Florida, emocionados por estarmos nas imediações da residência de Borges. Vimos um shopping grande, lindamente decorado. Entramos. Uma enorme loja de CDs chamada Musimundo estava fazendo uma liquidação. Ela ia fechar e o motivo era simples: naquele dia, naquela Segunda-Feira, estava sendo inaugurada logo ali, a dois quarteirões, uma das maiores lojas Tower Records do mundo. E, sim, também havia uma "promoção de inauguração" lá. Pobre da minha mulher que teve que passar um dia todo de nossa viagem dentro de lojas de CDs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Musimundo eu comprei mais de 20 discos: quase toda discografia de Leonard Cohen mais uns discos interessantes e obscuros, como dois Tim Buckley, o lindo "Sutras" do Donovan (que custou um dólar!) e... "Acadie" de Daniel Lanois. Saímos da Musimundo e entramos na Tower Records, subterrânea, dezenas de colunas de discos. Comprei meia dúzia rápido; estava angustiado. Queria ouvir o tal Lanois. Queria ouvi-lo mais que todos. Mas não adiantava voltar para o hotel, nada assim; não tinha ONDE ouvir. Assim que cheguei em casa, no Brasil, foi o primeiro disco a ir para o aparelho - e de lá não saiu por um bom tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Acadie" é de 1989, auge da Lanois (pronuncia-se "Lenoá") como produtor de sucesso. Franco-Canadense, morava em New Orleans na época da gravação de "Acadie". Os músicos do disco são os Neville Brothers; Adam Clayton e Larry Mullen Jr, do U2 - Bono participa na faixa "Where The Hawkind Kills" sem crédito; Brian e Roger Eno em pianos, teclados, sintetizadores suaves e vocais mais ainda e o trumpetista James May - que brilha na faixa "White Mustang II" - entre outros feras.  Lanois faz a maioria dos vocais e toca lindamente sua guitarra e baixo. O disco, enfim, podia bem passar como um disco do U2 dos 80 com um pequeno toque de sofisticação francesa &amp; ambient. Nas prateleiras, costuma frequentar a seção de World Music, o que não é impróprio, já que temos um francês nascido no Canadá morando em New Orleans tocando com negros e irlandeses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi lançado por aqui, mas é um disco que se pode achar por aí, nos Torrent da vida. Além das já citadas, procure por "Still Water" e "The Maker", com sua linha de baixo maravilhosa. Essa última tem uma versão linda de Willie Nelson com Emmylou Harris do disco "Teatro", produzido por... Lanois. Minha canção preferida, porém, não vai agradar a todos: é "Ice", uma mistura minimalista de omni chord e guitarra com ecos, que muito me lembra Angelo Badalamenti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;(Esse é o melhor disco de Lanois, mas &lt;a href="http://www.amazon.com/gp/product/B000002MFM/sr=8-2/qid=1156251357/ref=pd_bbs_2/102-5741596-2068146?ie=UTF8" target="_blank"&gt;essa capa&lt;/a&gt; está entre as melhores de todos os tempos)&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115625175558910527?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115625175558910527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115625175558910527' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115625175558910527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115625175558910527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/08/acadie-daniel-lanois.html' title='Acadie - Daniel Lanois'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115585079415179320</id><published>2006-08-17T18:27:00.000-03:00</published><updated>2006-08-17T18:39:54.176-03:00</updated><title type='text'>The Hellacopters - Rock And Roll Is Dead</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1690/50/1600/rocknrollhella.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1690/50/320/rocknrollhella.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Uma das &lt;st1:verbetes st="on"&gt;minhas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;maiores&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;paixões&lt;/st1:verbetes&gt; é o rock garageiro, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;rápido&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sujo&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sem&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;grandes&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;firulas&lt;/st1:verbetes&gt;. E &lt;st1:verbetes st="on"&gt;desde&lt;/st1:verbetes&gt; o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;começo&lt;/st1:verbetes&gt; do &lt;st1:verbetes st="on"&gt;século&lt;/st1:verbetes&gt; a Suécia é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;responsável&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;por&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;dois&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;exemplares&lt;/st1:verbetes&gt; deste &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tipo&lt;/st1:verbetes&gt; de rock: Backyard Babies e Hellacopters, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;este&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;segundo&lt;/st1:verbetes&gt; tem no &lt;st2:dm st="on"&gt;mínimo&lt;/st2:dm&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;dois&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;discos&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;clássicos&lt;/st1:verbetes&gt; gravados e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sobre&lt;/st1:verbetes&gt; o &lt;st2:dm st="on"&gt;último&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;lançamento&lt;/st1:verbetes&gt; da &lt;st1:verbetes st="on"&gt;banda&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; explanarei a &lt;st2:hm st="on"&gt;seguir&lt;/st2:hm&gt;, Rock And Roll Is Dead.&lt;p class="MsoNormal"&gt;Lançado no &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ano&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;passado&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;só&lt;/st1:verbetes&gt; ganhou &lt;st1:verbetes st="on"&gt;minha&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;audição&lt;/st1:verbetes&gt; há &lt;st1:verbetes st="on"&gt;poucos&lt;/st1:verbetes&gt; meses, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;quando&lt;/st1:verbetes&gt; terminei de &lt;st2:hm st="on"&gt;escutar&lt;/st2:hm&gt; as primeiras &lt;st1:verbetes st="on"&gt;gravações&lt;/st1:verbetes&gt; da &lt;st1:verbetes st="on"&gt;banda&lt;/st1:verbetes&gt; (inclua &lt;st1:verbetes st="on"&gt;aí&lt;/st1:verbetes&gt; o &lt;st2:dm st="on"&gt;excelente&lt;/st2:dm&gt; EP Disapointment &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Blues&lt;/st1:verbetes&gt;) e pude partir para as coisas mais recentes. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;st1:verbetes st="on"&gt;Como&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;todo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;bom&lt;/st1:verbetes&gt; rock &lt;st1:verbetes st="on"&gt;rasteiro&lt;/st1:verbetes&gt; o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;disco&lt;/st1:verbetes&gt; é num &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tapa&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;só&lt;/st1:verbetes&gt;. O &lt;st1:verbetes st="on"&gt;começo&lt;/st1:verbetes&gt; é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; as &lt;st1:verbetes st="on"&gt;três&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;quase&lt;/st1:verbetes&gt; perfeitas  &lt;span style=""&gt;"Before the Fall" "Everything's on T.V." "Monkey Boy " &lt;/span&gt;e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;só&lt;/st1:verbetes&gt; há &lt;st1:verbetes st="on"&gt;descanso&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; “Leave It Alone”, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;corais&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;levada&lt;/st1:verbetes&gt; gospel. A &lt;st1:verbetes st="on"&gt;impressão&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; fica é de uma &lt;st1:verbetes st="on"&gt;banda&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;barulhenta&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes st="on"&gt;rápida&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; economiza nas &lt;st1:verbetes st="on"&gt;viradas&lt;/st1:verbetes&gt; de bateira e na &lt;st1:verbetes st="on"&gt;quebras&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ritmo&lt;/st1:verbetes&gt; das &lt;st1:verbetes st="on"&gt;guitarras&lt;/st1:verbetes&gt;. E amaparando &lt;st1:verbetes st="on"&gt;esse&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;motor&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ruidoso&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;voz&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Vocalista&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;deixa&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;tudo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;mais&lt;/st1:verbetes&gt; coeso, nas &lt;st1:verbetes st="on"&gt;letras&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ele&lt;/st1:verbetes&gt; deposita a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;emoção&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;necessária&lt;/st1:verbetes&gt;. E se os &lt;st1:verbetes st="on"&gt;refrões&lt;/st1:verbetes&gt; grudam, é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;culpa&lt;/st1:verbetes&gt; deele, &lt;st2:dm st="on"&gt;pois&lt;/st2:dm&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;guitarras&lt;/st1:verbetes&gt; estão de divertindo no barulho.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;A &lt;st2:dm st="on"&gt;produção&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;foca&lt;/st1:verbetes&gt; nas &lt;st1:verbetes st="on"&gt;guitarras&lt;/st1:verbetes&gt; e no &lt;st1:verbetes st="on"&gt;vocal&lt;/st1:verbetes&gt;, fazendo a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;cozinha&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;ficar&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pouco&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;abaixo&lt;/st1:verbetes&gt;, trabalhando incansavelmente &lt;st2:dm st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;acompanhar&lt;/st2:hm&gt; o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ritmo&lt;/st1:verbetes&gt; das &lt;st1:verbetes st="on"&gt;faixas&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; "Everything´s On T.V." a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;quebrada&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;bateria&lt;/st1:verbetes&gt; explode num &lt;st1:verbetes st="on"&gt;momento&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes st="on"&gt;calmaria&lt;/st1:verbetes&gt; e é &lt;st1:verbetes st="on"&gt;seguida&lt;/st1:verbetes&gt; de riffs bluesy de &lt;st2:hm st="on"&gt;fazer&lt;/st2:hm&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;estampar&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;sorriso&lt;/st1:verbetes&gt; no &lt;st1:verbetes st="on"&gt;rosto&lt;/st1:verbetes&gt;. Os &lt;st1:verbetes st="on"&gt;solos&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;característicos&lt;/st1:verbetes&gt; da &lt;st1:verbetes st="on"&gt;banda&lt;/st1:verbetes&gt; estão aveludados nesse &lt;st1:verbetes st="on"&gt;disco&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes st="on"&gt;Esse&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;pequeno&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;corte&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;faz &lt;st1:verbetes st="on"&gt;toda&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes st="on"&gt;diferença&lt;/st1:verbetes&gt;, o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;produtor Chips K&lt;/st1:verbetes&gt; aparou &lt;st1:verbetes st="on"&gt;nos&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;lugares&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes st="on"&gt;certos&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; &lt;st2:hm st="on"&gt;deixar&lt;/st2:hm&gt; o &lt;st1:verbetes st="on"&gt;ouvinte&lt;/st1:verbetes&gt; insandecido. É muito comum em bandas desse stilo cair no exagero,  e em discos anteriores o Hellacopters cometeu esse erro (By The Grace Of God é um disco longo demais, apesar dos bons momentos, e deixa de ser excelente por ser excessivo).  A pontas aparadas deixam o disco redondo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Corre atrás desse disco se queres guitarras bluesy ensandecidas, vocais rasgados, coros pra sair cantarolando e solos de doer no ouvido de tão bons.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115585079415179320?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115585079415179320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115585079415179320' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115585079415179320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115585079415179320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/08/hellacopters-rock-and-roll-is-dead.html' title='The Hellacopters - Rock And Roll Is Dead'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115564032805825060</id><published>2006-08-15T07:59:00.000-03:00</published><updated>2006-08-15T17:28:37.353-03:00</updated><title type='text'>black Acetate - John Cale</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/1600/black%20Acetate.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/black%20Acetate.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; - Depois de desfeito de fato o Velvet Underground existia uma expectativa sobre os trabalhos solo de Lou Reed e de John Cale. O resultado foi um tapa na cara de Reed: "Vintage Violence", de Cale, lançado em 70, recebeu elogios da crítica e Reed não conseguiu superá-lo com seu debut solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente Lou Reed deve estar roendo os cotovelos de inveja. O novo disco de John Cale, "black Acetate" dá de dez a zero em seu último trabalho de inéditas, "The Raven", e é talvez melhor que o antecessor, "Ecstasy". Se o anterior de Cale, "Hobo Sapiens", havia sido saudado pela crítica, "Ecstasy" não foi recebido com tanto entusiasmo pelos especialistas. Eu acho um belo disco, de canções marcantes, e ouvi apenas algumas músicas de "Hobo Sapiens". Porém, "black Acetate" não é somente um bom disco de músicas soltas; ele tem uma naturalidade estranha, uma unidade vibrante; escutamos uma música e esperamos ansiosos pela próxima - quando somos pegos de surpresa por alguma "novidade"; como um vocal imitando falsete mccartneyano (em "Outta the Bag"), ou uma frase de piano entre violões e violoncelos (em "Wasteland"), ou uma batida programada bestinha saída diretamente dos 80s com uns hu-hu-hus (em "Hush") ou ainda palminhas (em "Woman", que começa eletrônica e vira um rock pesado) e corinho (em "Mailman - The Lying Song").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experiente que só, Cale, que produziu discos importantes de Nick Drake, Nico, Patti Smith e Stooges entre vários outros, sabe beber em fontes, conhece as fontes de água mais potável e doce. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"For a Ride" remete a Nick Cave.&lt;br /&gt;"In A Flood" poderia estar num filme de David Lynch, o vocal sussurado quase uma versão masculina de Julee Cruise.&lt;br /&gt;"Gravel Drive" lembra paisagens desoladas de "Paris, Texas".&lt;br /&gt;"Turn The Lights On" é um rock poderoso e direto, como o que se faz de melhor por essas bandas neo-punks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cale himself foi punk, um punk erudito. Não é um acomodado de fórmulas. Quando tem que lidar com fórmulas, tipo "quero fazer um pop rock pesado para variar", ele sabe quais os elementos usar e em que momento. O melhor exemplo é "Perfect", oitava faixa de "back Acetate", que deve fazer bandas novatas quererem cortar os pulsos de raiva. Não é qualquer um que faz uma canção perfeita e ainda dá o nome de "Perfect" a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, em "black Acetate" tudo é costurado pelo vocal grandiloquente de Cale que, entre todos os velhotes (Reed, Jagger, Costello, Macca), parece ser o que tem mais energia juvenil, criativa. Ok, temos Bowie nesse páreo, e Cale parece homenagear o Camaleão na canção "Sold-Motel", apontando para uma aproximação com o tipo de música que está disposto a fazer. Aproximação que pode ser bilateral: em "Reality", último Bowie, a melhor canção é uma versão de "Pablo Picasso", de Jonathan Richman famosa na voz de Cale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, sim, ganhei o disco da Gabi. Obrigadão, ex-chefa.&lt;br /&gt;:&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115564032805825060?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115564032805825060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115564032805825060' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115564032805825060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115564032805825060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/08/black-acetate-john-cale.html' title='black Acetate - John Cale'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115539588285192086</id><published>2006-08-11T12:15:00.000-03:00</published><updated>2006-08-12T12:18:29.596-03:00</updated><title type='text'>Morphine - Good</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://ec1.images-amazon.com/images/P/B0000009OQ.01._AA240_SCLZZZZZZZ_.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://ec1.images-amazon.com/images/P/B0000009OQ.01._AA240_SCLZZZZZZZ_.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; -  Quando comecei a escutar música com afinco a banda já tinha terminado. Era apenas resenhas de relançamentos que apareceiam ali e aqui. Até que chegou o moento de eu escutar a Mark Sandman com aquela bagagem muscial já formada. Fodeu bonito meus ouvidos, e desde que escutei as primeiras faixas viciei, a sonoridade ímpar vai ditando delícias musicais únicas. O primeiro disco da banda, Good é longo e tem todas as boas característcas do grupo, abrindo caminho para outros discos mais fodas ainda.  Uma banda que conheci depois de sua morte. Antes tarde do que nunca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115539588285192086?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115539588285192086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115539588285192086' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115539588285192086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115539588285192086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/08/morphine-good.html' title='Morphine - Good'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115351589129634907</id><published>2006-07-21T17:58:00.000-03:00</published><updated>2006-07-21T18:15:23.330-03:00</updated><title type='text'>Meu número um é este:</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/1.0.jpg"&gt;&lt;img src="http://photos1.blogger.com/blogger/1749/354/320/1.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br/&gt;- Um dos discos que menos venderam em seu lançamento, mas que mais influências exerceu sobre gerações de garotos metidos a fazer e/ou ouvir rock. A lenda diz que cada garoto que comprou um dos exemplares de VU &amp; Nico acabou montando uma banda. Um desses garotos foi Thurston Moore, do Sonic Youth. O próprio Moore é quem diz: "Eu era um garoto de classe média, heterossexual, família estável, meus pais me amavam... O Velvet falava de coisas que não faziam parte da minha realidade; me levava para um mundo sórdido, de putas e drogados, de desamor e desilusão. Era delicioso sair da minha realidade banal através desse disco".&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115351589129634907?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115351589129634907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115351589129634907' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115351589129634907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115351589129634907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/07/meu-nmero-um-este.html' title='Meu número um é este:'/><author><name>Biajoni</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images12.fotki.com/v202/photos/2/276569/2335458/biajoni-th.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31470800.post-115351488656579288</id><published>2006-07-21T17:47:00.000-03:00</published><updated>2006-07-21T18:08:07.103-03:00</updated><title type='text'>2+2</title><content type='html'>Este Blog é uma parceira entre Biajoni e Renmero Rodriguez, dois blogueiros que encontraram em comum o gosto musical, porém com uma disparidade: o que um conhece o outro ignora.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E dentro de várias recomendações mútuas, a idéia deste blog surgiu. Duas gerações trocando figurinhas na tal era da tecnologia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Somos chiques demais.&lt;br/&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31470800-115351488656579288?l=doisdiscos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doisdiscos.blogspot.com/feeds/115351488656579288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31470800&amp;postID=115351488656579288' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115351488656579288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31470800/posts/default/115351488656579288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doisdiscos.blogspot.com/2006/07/22.html' title='2+2'/><author><name>renmero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
